Bolsa de Lisboa fecha no vermelho penalizada pelas papeleiras

A bolsa de Lisboa fechou com perdas pela sétima sessão consecutiva e 15 das 18 cotadas a fecharem no vermelho, em contraponto com a Europa que voltou aos ganhos após quedas na segunda e terça-feira.

A bolsa de Lisboa fechou esta quarta-feira no vermelho pela sétima semana consecutiva, num dia em que a Europa corrigiu.

As empresas da indústria do papel e pasta de papel foram as mais penalizadas da sessão de hoje, com a Semapa a desvalorizar 2,41%, a Navigator 1,78% e a Altri 1,66%.

Entre os pesos pesados do principal índice da bolsa lisboeta, as ações da Jerónimo Martins desvalorizaram 0,86%, a Galp 0,35% e o BCP deslizou 0,16%.

Em sentido contrário esteve a EDP Renováveis, que subiu 0,47% no dia em que destacou o dividendo, no mesmo dia em que apresentou uma quebra de 35% dos lucros no primeiro trimestre do ano.

Portugal contrariou a tendência europeia, que terminou o dia em terreno positivo, corrigindo as perdas do início da semana, altura em que os mercados foram influenciados pelas tensões entre os Estados Unidos e a China, e as projeções mais pessimistas da Comissão Europeia para a economia europeia.

O Euro Stoxx 50, o índice pan-europeu, fechou a valorizar 0,4%. Os principais índices do Reino Unido, Alemanha e França terminaram o dia com ganhos. Já a bolsa de Madrid fechou com perdas, numa altura em que permanece a incerteza em relação à formação do próximo governo, tal como em Itália, onde a bolsa voltou a ser castigada pela disputa entre Roma e Bruxelas sobre os números e a estratégia orçamental italiana.

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