Nórdicos continuam a ser os mais felizes com Finlândia em 1.º lugar. Portugal sobe para o 59.º lugar

  • ECO
  • 20 Março 2020

Os finlandeses voltam a ser considerados os cidadãos mais felizes do mundo num ranking que é liderado, sem surpresas, pelos nórdicos. Portugal subiu significativamente do 77.º lugar para o 59.º.

Após ter roubado o título à Noruega em 2018, a Finlândia renova o título de “país mais feliz do mundo” em 2019. Esta é a conclusão do Relatório Mundial de Felicidade de 2019 divulgado esta sexta-feira, 20 de março, pelas Nações Unidas, que analisa o bem-estar dos habitantes de 153 países.

A Finlândia ficou à frente da Dinamarca, que arrecadou o segundo lugar, e da Suíça, que ficou em terceiro lugar. A felicidade dos finlandeses tem origem nos níveis elevados de confiança nas instituições, uma característica comum aos restantes países nórdicos.

Além disso, estes países gozam de benefícios sociais confiáveis e abrangentes, baixa corrupção e uma democracia com um bom funcionamento. Os cidadãos dizem ter grande autonomia e liberdade também.

Portugal, que no ano passado estava em 77.º lugar, sobe para o 59.º lugar. Os resultados referem-se a uma média dos inquéritos feitos nos últimos três anos (2017, 2018 e 2019) pelo que esta evolução de Portugal evidencia uma melhoria significativa da felicidade.

Além do inquérito, o índice conta também com o PIB, o apoio social de amigos e família, a expectativa de vida (saudável), a liberdade para tomar decisões, generosidade, a perceção da corrupção e as emoções.

O Afeganistão é o país menor índice de felicidade, seguido do Sudão do Sul e o Zimbabué.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Nórdicos continuam a ser os mais felizes com Finlândia em 1.º lugar. Portugal sobe para o 59.º lugar

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião