Hoje nas notícias: Salário mínimo, Avante e e-Toupeira

  • ECO
  • 2 Setembro 2020

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A UGT não desiste de ter um salário mínimo de 670 euros em 2021, exigindo ao Governo que cumpra a meta que tinha definido antes da pandemia. Já o PCP assume que está a vender mais bilhetes para o Avante do que permite a lotação máxima do evento. Há ainda notícias sobre a Justiça e a acreditação do curso de medicina na Universidade Católica Portuguesa.

UGT exige aumento de 35 euros no salário mínimo

O salário mínimo tem de aumentar 35 euros em 2021. Quem o diz é o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, que se recusa a discutir um valor mais baixo do que um salário mínimo de 670 euros no início do próximo ano, mais 35 euros do que os atuais 635 euros. Em declarações ao Jornal de Negócios, o sindicalista diz que fará “finca pé” nesse valor, tal como estava previsto antes da pandemia. E sugere que o Governo PS procure a “muleta do BE”. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Caso e-Toupeira bloqueado há mais de um ano

O caso e-Toupeira está bloqueado há mais de um ano entre o Tribunal da Relação e o Tribunal Supremo de Justiça. Em causa está um funcionário judicial e antigo observador de árbitros acusado de corrupção a favor do Benfica. Júlio Loureiro continua à espera do recurso em que pretende ser afastado do processo. Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (link indisponível).

PCP vende entradas para o Avante acima da lotação

O PCP não diz quantos bilhetes vendeu, mas admite que continua a vender entradas para a Festa do Avante acima da lotação máxima definida pela Direção-Geral da Saúde. O gabinete de comunicação do PCP disse ao Público que parte das entradas permanentes (bilhetes) que estão a ser vendidos correspondem a “gestos de apoio” financeiro para a realização do evento e não necessariamente à compra de entradas para o festival. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Católica vê curso de medicina aprovado

A Universidade Católica Portuguesa viu o seu curso de medicina aprovado esta terça-feira, após ter sido reprovado no ano passado. Segundo a reitora Isabel Capeloa Gil, a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior [A3ES] acreditou o curso de medicina da instituição privada de ensino superior. “É um grande dia para o Ensino Superior e para o sistema científico nacional”, escreveu a reitora no Twitter. Leia a notícia completa na Renascença (acesso livre).

Estado protege 17 testemunhas

Rui Pinto é o nome mais recente, mas são 17 as testemunhas protegidas pelo Estado. Dos programas especiais de segurança, que permitem mudar de nome, de cara ou até de país, beneficiam 27 pessoas — 17 testemunhas e dez familiares. Na sua maioria são de nacionalidade portuguesa (sete são estrangeiros). Desde 2003 já houve 93 beneficiários destes programas. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

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