CMS Rui Pena & Arnaut adere ao Pacto Global da ONU

A assinatura deste pacto representa mais um "passo na Estratégia CMS", que visa reduzir as suas emissões de carbono para zero, até 2025.

A sociedade de advogados CMS Rui Pena & Arnaut aderiu ao Pacto Global das Nações Unidas, onde se compromete com as áreas de direitos humanos, trabalho, ambiente e compliance. Segundo a firma, este é um marco na sua política de responsabilidade social.

“Esta realidade, para além de nos permitir oferecer uma maior variedade de serviços aos nossos clientes, também nos dá um capital de diversidade único no nosso mercado. Da diversidade nasce uma clara apetência por uma cultura, não circunstancial, de responsabilidade social. É que, na CMS, assumimos a nossa responsabilidade com o meio ambiente e a sociedade com seriedade. Esta é, aos nossos olhos, mandatária porque nenhuma sociedade, ou empresa, se deve alhear do mundo que a rodeia”, refere José Luís Arnaut, managing partner da CMS Rui Pena & Arnaut.

A assinatura deste pacto representa mais um “passo na Estratégia CMS 2025”, cujo objetivo passa por reduzir as emissões de carbono da sociedade, nos 40 países onde opera, para zero, até 2025.

“Apoiada por métricas científicas independentes, certificadas e reguladas pela Science Based Targets initiative (SBTi), esta iniciativa alinha a CMS com as metas das Nações Unidas, de limitar o aumento da temperatura global para 1,5˚C”, refere a firma em comunicado.

O Pacto Global das Nações Unidas é a maior iniciativa mundial de responsabilidade social empresarial. Foi lançado na sede da ONU em Nova Iorque a 26 de julho de 2000 e conta agora com cerca de 13.000 participantes empresariais e outras partes interessadas em mais de 170 países. Apoia as empresas a fazer negócios de forma responsável e em concordância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

CMS Rui Pena & Arnaut adere ao Pacto Global da ONU

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião