Incêndios. Governo diz que “está no terreno” a avaliar prejuízos
O Governo está a fazer uma "avaliação rigorosa e rápida da extensão dos danos sofridos" para "avançar rapidamente para o apoio financeiro aos que foram afetados pelos incêndios".
O Governo encontra-se, através dos ministérios da Economia e Coesão Territorial e da Agricultura e Mar, a proceder ao levantamento dos prejuízos nas regiões afetadas pelos incêndios nas regiões Centro e Norte do país. Este levantamento tem como objetivo “assegurar uma avaliação rigorosa e rápida da extensão dos danos sofridos para se avançar rapidamente para o apoio financeiro aos que foram afetados pelos incêndios“.
A ideia passa assim pela identificação das necessidades de reparação das explorações atingidas, da reposição do potencial produtivo e das primeiras habitações, indústrias e comércios afetados. “O Governo, tal como fez nos incêndios de setembro de 2024, ajudará rapidamente as populações, agricultores, produtores, empresários e os que sofreram perdas e prejuízos, em primeira habitação, culturas, animais, e equipamentos agrícolas, industriais e comerciais”, refere-se em nota de imprensa.
Em paralelo, a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) está a recolher informação junto das explorações pecuárias afetadas para identificar as necessidades de alimentação animal, promover a articulação com os mecanismos de apoio disponíveis e apoiar na compra de rações.
A DGAV colocou também ao dispor dos cidadãos uma linha telefónica para informar sobre a existência e localização dos espaços de acolhimento para animais e os procedimentos a seguir para o encaminhamento dos animais durante incêndios. A linha está disponível 24 horas por dia através do número 213 329 621, enquanto durar a atual situação de incêndios no território nacional.
“Desde o primeiro dia o Governo tem estado ativamente ao lado das populações afetadas por estes incêndios e a fazer tudo para que os prejuízos sejam apurados com a maior celeridade. Queremos que os apoios cheguem rapidamente às populações atingidas em boa articulação com as autarquias locais”, indica Manuel Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial, citado em comunicado.
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