Hoje nas notícias: casas, banca e metro
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Os preços das casas já aumentaram cerca de 27% desde que o Governo apresentou o seu primeiro pacote de medidas para o setor da habitação, além de que o ritmo de crescimento dos preços é mais acelerado desde a entrada em funções do primeiro Executivo de Luís Montenegro. Nuno Amado vai ser o novo presidente do conselho consultivo do Banco Português de Fomento (BPF), substituindo Guilherme d’Oliveira Martins. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.
Preços das casas já subiram 27% desde o primeiro pacote de medidas do Governo
A estratégia do Governo para combater a crise habitacional, que tem passado, na dimensão da oferta, pela construção de milhares de casas com apoios públicos e a criação de incentivos fiscais para que os proprietários coloquem as casas no mercado de arrendamento, tem falhado em dar frutos. Isto porque os preços das casas continuam a aumentar de forma ininterrupta, prolongando uma tendência que já se verifica há mais de uma década, tendo mesmo subido cerca de 27% desde a apresentação do primeiro pacote de medidas dirigidas ao setor (o “Construir Portugal”) do atual Executivo. Além disso, os preços começaram a crescer a um ritmo consistentemente mais acelerado desde a entrada em funções do primeiro Governo de Luís Montenegro, interrompendo o ligeiro abrandamento que começava a verificar-se antes desse momento.
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Nuno Amado vai liderar conselho consultivo do Banco de Fomento
Nuno Amado vai ser o novo presidente do conselho consultivo do Banco Português de Fomento (BPF), substituindo Guilherme d’Oliveira Martins. Atualmente chairman do Banco Comercial Português (BCP), Nuno Amado vai acumular as duas funções. A nova liderança será formalizada nas próximas semanas, aquando da conclusão dos convites aos restantes membros deste órgão que dá orientações sobre a atuação do BPF. O conselho consultivo será constituído por dez banqueiros e outros tantos empresários. De momento, fazem parte deste órgão Guilherme d’Oliveira Martins, Vítor Bento (da Associação Portuguesa de Bancos), João Moreira Rato (presidente do IPCG – Instituto Português de Corporate Governance), além de representantes dos governos regionais dos Açores e da Madeira.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)
Concurso de 26 milhões lançado pela Metro do Porto fechou sem vencedores
O concurso público de 26,75 milhões de euros (mais IVA) lançado pela Metro do Porto que se destinava à conceção, fornecimento, instalação, testes e colocação ao serviço do sistema de sinalização da futura Linha Rubi ficou deserto. O procedimento foi encerrado sem que tivesse sido escolhido um vencedor, uma vez que as duas propostas apresentadas foram consideradas inadmissíveis. De acordo com as últimas informações públicas, a operação na linha entre a Casa da Música e Santo Ovídio deverá avançar parcialmente no final do próximo ano e totalmente já em 2027, quando a nova ponte sobre o Douro — batizada de D. Antónia Ferreira, a Ferreirinha — estiver concluída.
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Portugueses acreditam que 2026 será igual a 2025
A maioria (58,8%) dos portugueses faz uma avaliação negativa dos 12 meses que agora terminam, enquanto 39,9% consideram que este foi um ano positivo nas suas vidas, segundo o barómetro de dezembro da Intercampus. Quanto ao próximo ano, 36,8% acreditam que será igual a 2025, mas 30,1% são mais pessimistas e temem um 2026 pior que o ano corrente. Apenas 28 em cada 100 inquiridos acredita que 2026 será melhor do que o ano que está a chegar ao fim. Comparando com 2024, os inquiridos no barómetro dividiram-se na avaliação: 39,9% dizem que 2025 foi igual, 36,2% afirmam que foi pior e pouco mais de um quinto (21,9%) considera que foi melhor do que o ano passado.
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Madeira tem mais oferta de enfermeiros e médicos de clínica geral que o continente
O Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira é um exemplo para o seu congénere do continente no que diz respeito aos rácios de enfermeiros e de clínicos de medicina geral e familiar (MGF) por mil habitantes. De acordo com um diagnóstico divulgado na terça-feira pelo Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas (PLANAPP), a densidade passou de 0,51% médicos de MGF por 1.000 habitantes em 2017 para 0,68% em 2022, enquanto o número de enfermeiros no arquipélago aumentou de 1.730 em 2017 para 1.968 em 2022. Por outro lado, a análise comparativa revela que os médicos especialistas e internos têm mais presença no Serviço Nacional de Saúde (SNS) do que no madeirense.
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