Hábitos para aplicar em casa que melhoram o bem-estar
Dormir melhor, ter mais energia durante o dia e cuidar da saúde a longo prazo já não depende apenas da dieta ou do exercício físico.
Em Espanha, mais de 40% da população reconhece não descansar bem, e a ciência aponta cada vez mais para o ambiente doméstico, e especialmente para o quarto, como um dos fatores-chave que influenciam o bem-estar físico e mental.
Neste contexto, os especialistas apontam que pequenas mudanças em casa estão a ganhar destaque entre os especialistas em saúde, bem-estar e longevidade devido ao seu impacto direto no descanso e na vitalidade diária. Por exemplo, otimizar o ar do quarto, um fator chave, dizem eles, para dormir melhor. Passamos cerca de um terço da vida a dormir e, no entanto, o ar que respiramos durante a noite continua a ser um dos grandes esquecidos do bem-estar doméstico. Pesquisas recentes indicam que a qualidade do ar em espaços fechados pode influenciar a profundidade do sono, a recuperação noturna e a sensação de descanso ao acordar.
Neste contexto, começam a surgir tecnologias focadas em criar ambientes mais saudáveis para respirar dentro do quarto. Soluções como a Biow, desenvolvida em Espanha, atuam ativamente sobre o ar do ambiente durante a noite, ajudando a reduzir a carga de partículas e enriquecendo o ar com energia, favorecendo assim um descanso mais reparador sem alterar as rotinas ou hábitos diários.
A ciência do sono avançou notavelmente nos últimos anos. Hoje sabe-se que é durante as fases profundas do descanso que o corpo ativa processos essenciais de regeneração celular, equilíbrio metabólico e reparação tecidual.
Por isso, cada vez mais especialistas falam da importância de otimizar o ambiente noturno: temperatura, escuridão, silêncio… e também fatores invisíveis, como a qualidade do ar ou a carga ambiental. Dormir bem já não é entendido apenas como «dormir horas», mas como dormir nas condições adequadas.
Uma das grandes tendências atuais em bem-estar é o chamado bem-estar passivo: soluções que cuidam do corpo sem exigir tempo extra, constância ou mudanças. Existem sistemas que ajudam a melhorar a carga energética do ar, como o Biow, que elimina a nanotoxicidade e a biotoxicidade do ambiente e emite energia biodisponível que chega às suas células através da respiração e da pele, ajudando nos processos de renovação celular. Também há a iluminação inteligente que respeita os ritmos circadianos e dispositivos domésticos de fotobiomodulação, baseados em luz vermelha e infravermelha, cada vez mais populares para apoiar a recuperação muscular, o cuidado da pele ou a saúde celular.
Para além da genética, a ciência centra-se agora no exposoma, um termo que engloba todos os fatores ambientais que influenciam a nossa saúde ao longo da vida: o ar que respiramos, o descanso, o stress, a luz ou mesmo o ambiente em que trabalhamos.
Cada vez mais estudos indicam que modular esses fatores quotidianos pode ter um impacto direto na inflamação de baixo grau, no nível de energia e na preservação da saúde a longo prazo. Daí o crescente interesse por soluções que atuam sobre o ambiente, mais do que diretamente sobre o corpo.
Espanha ultrapassou recentemente os 84 anos de esperança de vida, de acordo com o INE, mas os especialistas concordam que o verdadeiro desafio não é apenas viver mais, mas chegar à idade avançada com autonomia, energia e bem-estar. Por isso, conceitos como healthspan ou longevidade funcional estão a ganhar destaque.
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