O SNS está outra vez a falhar e nem o reforço de verbas no orçamento de 2022 consegue disfarçar. Agora, o Governo quer ter um plano de contingência para um problema que é estrutural.
Se não fosse trágico, seria cómico (mas é mesmo uma tragédia): O partido que se assume como fundador do Serviço Nacional de Saúde (SNS), embora a história seja outra, é o mesmo que está hoje a destruir o sistema, por ideologia, por fobia a reformar, por incompetência de gestão. O primeiro-ministro António Costa e a ministra da Saúde, Marta Temido, são os responsáveis diretos pela falência do SNS, pelo crescimento do setor privado, pela criação de uma saúde para pobres e remediados e outra para os que têm capacidade para pagar um seguro de saúde. É isto, um país da União Europeia que mais parece um país de terceiro mundo. O país foi confrontado na última semana com uma sucessão de roturas em diversos hospitais públicos na especialidade de obstetrícia, mas também em outras especialidades,
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