A tarde num minuto

Não teve tempo de ler as notícias esta tarde? Fizemos um best of das mais relevantes para que fique a par de tudo o que se passou, num minuto.

  • Sporting diz que banca não ajuda na venda das obrigações
    O administrador da SAD do Sporting, Francisco Salgado Zenha, diz que o clube está a ser obrigado a reforçar a comunicação da operação.
  • Portugal volta ao mercado. Quer 1.500 milhões em bilhetes
    IGCP vai regressar ao mercado de dívida na próxima quarta-feira com dois leilões de bilhetes do Tesouro a seis meses e 12 meses. Pretende levantar financiamento até 1.500 milhões.
  • Centeno vai gastar 1,17 milhões com obras no Ministério
    Depois das obras realizadas à residência oficial de António Costa, chega a vez de a “casa” de Mário Centeno ser alvo de reabilitação. As obras deverão estar concluídas em junho do próximo ano.
  • May já tem um novo ministro do Brexit. É Stephen Barclay
    Depois de Dominic Rab ter apresentado a sua demissão, Theresa May já apontou um novo nome para o cargo de ministro do Brexit. O posto passa agora a ser ocupado por Stephen Barclay.
  • Quatro em cinco famílias têm TV paga. E preferem fibra ótica
    No final do primeiro semestre, existiam 3,9 milhões de assinantes de televisão paga, revelou a Anacom. E, pela primeira vez, a fibra ótica ultrapassou o cabo. A Nos continua líder de mercado.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

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António Costa
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