Sabe quem exporta mais violinos para a União Europeia? A China

Segundo o Eurostat, no ano passado, as importações violinos para os Estados-membros da UE chegaram aos 234.800, um aumento de 27% face a 2013. A China é o principal exportador dos europeus.

No ano passado, os Estados-membros da União Europeia importaram 234.800 violinos, cujo valor total das transações atingiu 15,7 milhões de euros. A maioria dessas importações são de países fora da UE, sendo os chineses quem dá “mais música” aos europeus.

De acordo com o Eurostat, em 2018, o número de violinos importados pelos Estados-membros representa um aumento de 27% face a 2013. Destes, 191.500 foram importados de países fora da União Europeia. A China é o principal exportador para os Estados-membros, com 99% das importações a serem feitas através do mercado chinês (188.500 violinos).

Número de violinos importados na União Europeia em 2018.Fonte: Eurostat

No que diz respeito ainda às importações de países extracomunitários, as restantes provêm de outros setes países: Estados Unidos (810 violinos), Taiwan (670), Moldávia (600), Nepal (240), Brasil (110), Japão (70) e Índia (60).

O Reino Unido é o principal destino destas importações para o espaço comunitário, sendo responsável por um terço das importações (71.300 violinos). Seguem-se os alemães (31.300) e os italianos (18.200). Portugal é o sexto país que menos importa, com apenas 122 violinos, ultrapassando apenas pela Lituânia, Malta, Letónia, Estónia e Luxemburgo.

Número de violinos exportados na União Europeia em 2018.Fonte: Eurostat

Já no que toca às exportações foram exportados 104.582 violinos para fora da UE, com um valor total de 23,3 milhões de euros. Apesar da subida das importações, no ano passado, as exportações caíram 7% face a 2013. A Roménia é o país da União Europeia que mais exporta este instrumento para o resto do mundo, com 14.000 instrumentos consagrados por Niccolò Paganini exportados.

Segue-se a Dinamarca (12.200), Alemanha (6.400) e Reino Unido (5.000). Portugal é o terceiro país que menos exporta os instrumentos que tradicionalmente tocam do lado esquerdo da orquestra, com apenas seis, e apenas ultrapassado pela Irlanda e pela Eslováquia. A maioria dos violinos vão para os Estados Unidos e para a Coreia do Sul (11.900 cada).

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