Hotelaria e restauração exigem ao Governo “apoio de 1.000 euros por trabalhador”

A associação que representa os setores da hotelaria e restauração sugeriu 40 medidas ao Ministério da Economia, entre as quais uma linha de apoio à tesouraria de 1.000 euros por trabalhador.

A associação que representa os setores da hotelaria, restauração e similares “exige medidas urgentes ao Governo” para travar o impacto da pandemia no negócio. Num comunicado, a AHRESP informa que, entre outras coisas, pediu ao Ministério da Economia a “disponibilização de uma linha de apoio à tesouraria de 1.000 euros mensais por trabalhador”.

Recordando que estes setores “vivem hoje uma das piores crises de sempre devido à propagação do Covid-19”, a AHRESP considerou “insuficientes as medidas disponibilizadas pelo Executivo” e informa ter apresentado “mais de 40 propostas” ao ministério tutelado por Pedro Siza Vieira, “numa reunião de trabalho que durou perto de duas horas”.

“1.000 euros por trabalhador, adequação do processo de lay-off e período de carência nos pagamentos ao Estado e à banca são algumas medidas”, explica a associação.

Estes dois setores, muito associados ao turismo, estão entre os mais penalizados da economia num contexto de pandemia como o atual. À medida que surgem mais restrições às deslocações como travão ao turismo, assim como o fecho da fronteira com Espanha para viagens de lazer e a recomendação para que as empresas apostem no teletrabalho, a ocupação das unidades de alojamento e a afluência aos restaurantes têm afundado.

A pandemia do coronavírus tem evoluído em território nacional, com o país a entrar na “fase de mitigação” esta segunda-feira, um período em que as autoridades esperam a ocorrência de contágios a nível local e de aumento significativo do número de casos.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Hotelaria e restauração exigem ao Governo “apoio de 1.000 euros por trabalhador”

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião