Juros implícitos do crédito da casa interrompem descida em junho

A taxa de juro implícita no crédito no crédito à habitação interrompeu a descida que se registava há dois meses, tendo subido 2,9 pontos base, para 0,932% em junho.

Os juros implícitos do crédito da casa interromperam o rumo descendente que se registava há dois meses consecutivos. A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos subiu para 0,932% em junho deste ano, um aumento de 2,9 pontos base face ao valor apurado em maio, revelou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

No caso dos novos contratos, que engloba os créditos celebrados nos últimos três meses, a trajetória também foi de subida, tendo crescido 5,5 pontos base entre maio e junho, fixando-se em 0,900%. A trajetória era a inversa, isto é, descendente, há três meses consecutivos.

“Para o destino de financiamento ‘Aquisição de Habitação’, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos subiu para 0,946% (mais 2,8 pontos base face a maio). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para este destino de financiamento fixou-se em 0,887%”, destaca o INE.

Ainda de acordo com o instituto, o capital médio em dívida aumentou 116 euros, para 54.126 euros, sendo a segunda subida consecutiva. Em simultâneo, a prestação média subiu um euro, para 228 euros, revelam os dados do INE.

(Notícia atualizada pela última vez às 11h24)

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