Hoje nas notícias: Science4You, habitação e banca

  • ECO
  • 23 Setembro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A Femacosa, empresa familiar do antigo selecionador nacional Fernando Santos, é a nova acionista maioritária da Science4You, após a alienação, em junho, da posição da Atena. A ex-deputada do PS Helena Roseta, em entrevista ao Diário de Notícias, defende que a falta de casas “contribui para uma radicalização da sociedade”. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

Ex-selecionador Fernando Santos é um dos novos donos da Science4You

A Science4you ganhou novos donos após a Atena ter alienado, em junho, a posição maioritária na empresa — que tinha resgatado há três anos da falência técnica — à equipa de gestão e a investidores privados portugueses. O ex-selecionador nacional Fernando Santos, por via da sua empresa familiar, a Femacosa, ficou com 54,98% do capital da Didácticalegria (empresa-mãe da fabricante de brinquedos educativos), tornando-se o seu acionista maioritário. O filho de Fernando Santos, o empresário Luís Santos (sócio da Alpac Capital, fundo que, em 2022, comprou a maioria do capital da estação de televisão Euronews), e o genro, Tiago de Jesus, passaram a sentar-se no conselho de administração da Science4You, a par com Filipe Ramos e Miguel Pina Martins, respetivamente CEO e chairman da firma fundada em 2008.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Helena Roseta: “Falta de casas contribui para radicalização da sociedade”

A arquiteta e ex-deputada socialista Helena Roseta argumenta que “a falta de casas contribui para uma radicalização da sociedade e, nessa medida, é um perigo brutal”. Em entrevista ao Diário de Notícias, assume que tem sido desafiada para avançar com uma candidatura às eleições presidenciais, mas diz que está fora de questão. Porém, não desiste das causas, sendo a habitação a principal. Helena Roseta defende que Portugal não precisa de muito mais construção, tem é de gerir bem o que tem. “E ter juízo”, atira.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Portugal tem segunda banca mais rentável da Zona Euro

A Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Banco Comercial Português (BCP) e o Novobanco registaram lucros recorde na primeira metade do ano, o que se refletiu na posição relativa do setor bancário nacional na Zona Euro, tornando-se o segundo mais rentável da região, quando um ano antes era o quinto. Neste contexto, a média do retorno sobre o capital (ROE, return on equity) destes três bancos – os que são diretamente supervisionados pelo Banco Central Europeu – foi de 16,8% em junho, apenas inferior aos 17,44% da Lituânia (que alberga a Revolut), e pouco acima dos 16,08% de Itália.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Professores em falta: 78% das escolas têm horários por preencher

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação ainda não sabe quantos alunos estão sem aulas, revelando que “está em preparação” um novo sistema de informação nesse sentido. Porém, num primeiro balanço das falhas de professores reportadas pelas escolas, uma semana após o início do ano letivo, “estavam 2.410 horários pedidos pelos agrupamentos de escolas e pelas escolas não agrupadas por ocupar”. Deste total, “menos de metade corresponde a horários completos”. “A 17 de setembro, havia 635 agrupamentos ou escolas não agrupadas (78% do total) com pelo menos um horário por preencher”, sendo que “38 agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas (5% do total de 810 unidades orgânicas) apresentavam mais de dez pedidos de horário por preencher”, revelou num comunicado na segunda-feira.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago)

Plano de drenagem de Lisboa com derrapagens financeiras e atrasos

As obras do Plano Geral de Drenagem de Lisboa arrancaram em 2023, com a entrada em Campolide de uma tuneladora que atravessou o subsolo de locais como as avenidas da Liberdade e Almirante Reis, chegando agora a Santa Apolónia. O período de execução vai até 2030 e o investimento total é de cerca de 250 milhões de euros, mas o plano já está a sofrer atrasos “por questões imprevisíveis”, entre as quais o património arqueológico que se tem descoberto com as perfurações e as alterações na legislação dos solos. Esta última “corresponde a um sobre encargo não só financeiro, mas também de atraso da obra”, devido à necessidade de “fazer novas campanhas e sondagens ambientais que provocaram também custos de transporte de terrenos, que, embora não sejam efetivamente muito perigosos, têm tido um tratamento diferente”, explica o coordenador da obra, José da Silva Ferreira.

Leia a notícia completa na Rádio Renascença (acesso livre)

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