Hoje nas notícias: Mulheres, apoio a pobres e réveillon
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Nos cargos mais qualificados, as diferenças salariais entre homens e mulheres chegam a 26,5%. Portugal tem a segunda proteção social mais fraca a nível europeu na resposta à população pobre em idade ativa. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.
Hotéis com preços de 2.000 euros esgotados no réveillon
A maioria dos associados inquiridos pela Associação Portuguesa de Hotelaria Restauração e Turismo (APHORT) aponta para taxas de ocupação superiores a 90% e metade já está totalmente esgotada para a noite de passagem de ano. Há hotéis praticamente esgotados com ofertas que ascendem aos 2.000 euros por noite. Reino Unido, EUA e Espanha lideram a lista dos que escolhem Portugal para dizer adeus a 2025. A Associação da Hotelaria de Portugal confirma também uma taxa de reserva média nacional nos 55%, mas que varia nas diferentes regiões. “As expectativas para este ano são globalmente positivas, sobretudo em destinos como a Madeira, que apresenta taxas de reserva na ordem dos 79%, e a Grande Lisboa com 58%”, constata a vice-presidente, Cristina Siza Vieira.
Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).
Quanto mais sobem na carreira, menos as mulheres ganham face aos homens
Quanto mais elevada é a posição na hierarquia profissional e quanto mais experiência profissional têm as mulheres, menos ganham relativamente aos homens, com a diferença salarial a chegar aos 26,5%, já contando com os complementos remuneratórios, como prémios e horas extraordinárias. Em valores brutos, isto traduz-se numa diferença de 835 euros — concretamente, em média, um quadro superior homem ganha 3.153,8 euros por mês, enquanto uma mulher ganha 2.318 euros. Estes dados constam do relatório Igualdade de Género em Portugal de 2025, feito pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), que analisou a informação mais recente disponível em cada setor (educação, emprego, política, ambiente e desporto, entre outras).
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Apoio a pobres em idade ativa é o segundo pior da UE
Com 37,5% da população entre os 18 e os 64 anos que vive na pobreza (incluindo ainda aqueles que possam ter rendimentos acima do limiar da pobreza, mas com participação diminuta no mercado de trabalho) sem acesso ao Rendimento Social de Inserção (RSI) ou a qualquer outra prestação da Segurança Social, Portugal é o segundo país da União Europeia (UE) com a proteção social mais fraca na resposta à população pobre em idade ativa. Simultaneamente, está entre os países da UE que têm o quadro sancionatório mais pesado e oferecem menor possibilidade de reter ajudas ao passar da inatividade ao emprego. Entre os 27 Estados-membros do bloco comunitário, só o Chipre (40%) tem uma proporção maior da população pobre em idade ativa sem acesso a proteção social, sendo que a média da UE é de 16,8%, segundo mostra o mais recente relatório sobre a adequação de medidas de rendimento mínimo na União Europeia.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso indisponível).
Taxa de carbono custará 28 milhões de euros aos agricultores portugueses
O CBAM (Carbon Border Adjustment Mechanism) é o novo mecanismo da União Europeia (UE) que, a partir de 2027, irá taxar as importações de matérias-primas em função das emissões de carbono geradas na sua produção. O objetivo, em suma, é que quanto mais poluente for o processo produtivo, mais caro será colocar o produto no mercado europeu. Só que esta nova regra ameaça agravar a pressão sobre o setor agrícola já fragilizado. Segundo Isabel van Zeller Basto, analista política da Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (Confagri), os impactos poderão variar entre 40 e 144 euros por tonelada. Além disso, um estudo do Rabobank estima que, até 2030, o preço dos fertilizantes azotados importados possa subir cerca de 50% devido ao CBAM. No caso de Portugal, a medida deverá traduzir-se num impacto aproximado de 28 milhões de euros, de acordo com a Argus.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).
Durão Barroso: “A Europa cometeu erros de subestimação dos riscos” da Rússia
Durão Barroso considera que a Europa, à exceção do Reino Unido, “cometeu erros de subestimação” do risco representado pela Rússia após a anexação da Crimeia, em 2014. Em entrevista ao Diário de Notícias, o ex-primeiro-ministro português e antigo presidente da Comissão Europeia diz-se “muito cético” quanto à hipótese de haver uma verdadeira paz na Ucrânia. “Aliás, não creio que vá haver um acordo de paz sólido. O melhor a que podemos aspirar é um cessar-fogo, uma trégua ou separação de forças, evitando a continuação da morte de tanta gente — incluindo jovens russos, não apenas ucranianos, que estão a morrer vítimas desta política, a meu ver completamente errada, de Putin. Seria bom termos um cessar-fogo mas uma verdadeira e consolidada paz parece-me muito mais difícil”, afirma.
Leia a entrevista completa no Diário de Notícias (acesso pago).
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