Só é mito até se tornar verdadepremium

Mais do que dar um novo nome à estratégia de atração e retenção para empresas fundadas por portugueses a ficarem na cidade e no país, é preciso convencê-las de que vale a pena ficarem.

Quando Carlos Moedas falou, pela primeira vez, sobre a ideia de "construir" uma "fábrica de unicórnios", conta terem sido muitas os comentários críticos e céticos à sua "ambição tão grande". "Passei cinco anos a ver a ambição dos outros na Comissão Europeia. Porque é que não podemos ser a capital da inovação da Europa? Temos algum problema com isso?" A dúvida, uma reflexão do presidente da câmara de Lisboa partilhada a propósito do lançamento da tal "Unicorn Factory Lisboa", a fábrica dos unicórnios tornada programa de aceleração de scaleups, foi uma das primeiras histórias que Moedas contou em cima do palco montado no segundo andar da Factory Lisbon, no Hub Criativo do Beato. Na primeira fila de público estavam Gil Azevedo, diretor da Startup Lisboa, parceira incontornável desta "linha

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