Grupo ISQ renova contrato com centro aeroespacial da Guiana Francesa
O grupo ISQ assinou um contrato de três milhões de euros com o centro aeroespacial da Guiana Francesa. Desde 2003, o grupo ISQ já faturou nove milhões de euros com aquele centro espacial.
O grupo ISQ fechou um novo contrato no valor de três milhões de euros com o CSG- Centre Spatial Guyanais, em Kourou, na Guiana Francesa. No total desde que iniciou a sua atividade no centro, o ISQ já celebrou contratos no montante de nove milhões de euros.
O novo contrato visa a prestação de serviços às atividades de operação e de montagem, integração e teste de foguetões.
“Este contrato vai permitir que o ISQ continue presente no CSG, de forma permanente, até 2022 e representa uma faturação superior a três milhões de euros. O ISQ é a única entidade portuguesa presente, em permanência, no Spaceport de Kourou, desde 2004, o que mostra a excelência da engenharia e da indústria portuguesa”, adianta em comunicado o presidente do ISQ, Pedro Matias.
"Este contrato vai permitir que o ISQ continue presente no CSG, de forma permanente, até 2022 e representa uma faturação superior a três milhões de euros. O ISQ é a única entidade portuguesa presente, em permanência, no Spaceport de Kourou, desde 2004, o que mostra a excelência da engenharia e da indústria portuguesa.”
Paulo Chaves, responsável pela linha aeronáutica e aeroespacial no ISQ adianta ao ECO que “o ISQ é a única entidade portuguesa no centro espacial há mais de dez anos”.
Para Paulo Chaves, “o número de lançamentos de satélites duplicou nos últimos dez anos e o caderno de encargos continua a crescer, o que quer dizer que vamos ter cada vez mais atividade até porque a experiência e know how vão-nos posicionar noutros lançamentos”.
Sobre a faturação que estes contratos implicam para o ISQ, Paulo Chaves adianta: “Este contrato foi renovado, desde 2003 realizamos vários contratos, diria que o valor acumulado com esses contratos ultrapassou já os nove milhões de euros”.
Este centro espacial, localizado em Kourou, tem uma quota do mercado mundial de satélites geoestacionários superior a 50%. O ISQ acrescenta que isto significa que “mais de metade dos satélites geostacionários colocados em órbita nos últimos anos tiveram o acompanhamento de engenheiros do ISQ“.
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