CCA ONTIER assessora Vision-Box

A Data Protection Team da CCA ONTIER foi a equipa responsável pela assessoria jurídica da Vision-Box na obtenção da certificação “Privacy by Design” pela Ryerson University do Canadá.

A Data Protection Team da CCA ONTIER foi a equipa responsável pela assessoria jurídica da Vision-Box na obtenção da certificação Privacy by Design” pela Ryerson University do Canadá, para a plataforma Orchestra ™, um software que permite a gestão de dados pessoais – biográficos biométricos – no âmbito do controlo de fronteiras, aeroportos e linhas aéreas, identidade civil e outras aplicações.

A Vision-Box é, desta forma, a primeira entidade no mundo a conseguir uma certificação em “Privacy by Design” para um software de gestão de identidade.

A estrutura do “Privacy by Design” foi desenvolvida por Ann Cavoukian, reputada especialista do Centro de Excelência de Privacidade da Ryerson University, que referiu que “através de uma liderança exemplar, a Vision-Box projetou proativamente a plataforma e os serviços Orchestra ™ tendo em mente a privacidade e a proteção de dados, para que um “Data Processor” ou “Data Controller” possa configurar as soluções, com confiança, para atender ou exceder as expectativas reguladoras ”.

Martim Bouza Serrano, coordenador da Data Protection Team da CCA ONTIER, foi o responsável pela equipa, constituída ainda por Ana Rocha, Associada Sénior. Ambos trabalharam diretamente com o Departamento Jurídico da Vision-Box, liderado por Eliana Varalonga e do qual fazem ainda parte Mariana Peixoto e Hugo Viegas.

Com o objetivo de analisar de forma transversal os tratamentos de dados feitos nas organizações, tanto públicas como privadas, a CCA ONTIER criou a Data Protection team, uma equipa pluridisciplinar composta não só por especialistas na área da proteção de dados, mas também por advogados de outras áreas transversais.

A Vision-Box é uma empresa líder em soluções de controlo automatizado de fronteiras e de gestão de identidade eletrónicas. Em parceria com os mais prestigiados governos, aeroportos e companhias aéreas, desenvolve e implementa soluções que promovem a melhoria da qualidade, conveniência, eficiência e segurança dos serviços que estes prestam a cidadãos e viajantes, utilizando tecnologia biométrica, entre outras. Sedeada em Portugal, a tecnológica tem soluções em 150 países e escritórios no Reino Unido, Países Baixos, Estados Unidos, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Austrália e Hong Kong. As 5000 soluções de identidade eletrónica espalhadas pelo mundo são utilizadas por centenas de milhões de cidadãos todos os anos.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

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