Cabaz alimentar volta a subir e atinge 253,6 euros

O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste custa agora 253,6 euros, depois de uma ligeira subida semanal. Desde janeiro, o preço dos 63 produtos aumentou 4,87%, mais 11,77 euros.

O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste voltou a encarecer esta semana, ainda que de forma ligeira. Entre 29 de julho e 5 de agosto, o custo do conjunto de 63 produtos aumentou 12 cêntimos, fixando-se em 253,6 euros.

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Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 11,77 euros (menos 4,87%). Há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 12,95 euros (menos 5,38%). Já no início de 2022, era possível gastar menos 65,90 euros (uma diferença de 35,11%).

Na última semana, o alho seco foi o produto que registou o maior aumento de preço, ao subir 8% para 3,34 euros. Seguiram-se o fiambre de perna extra fatiado, que encareceu 6%, para 2,45 euros, e o pão de forma sem côdea, cujo preço aumentou 5%, para 2,58 euros.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o bacalhau graúdo foi o produto que mais encareceu, com uma subida de 25%, custando atualmente 20,02 euros por quilograma. O robalo surge em seguida, com um aumento de 21%, para 9,90 euros por quilograma, enquanto a perca-do-Nilo ficou 19% mais cara, atingindo os 12,02 euros por quilograma.

Desde que a Deco Proteste iniciou esta monitorização, a 5 de janeiro de 2022, a carne de novilho para cozer continua a liderar os aumentos acumulados, com uma valorização de 120%, para 12,80 euros por quilograma. Seguem-se o bacalhau graúdo, cujo preço disparou 89%, para 20,02 euros por quilograma, e os ovos, que estão 78% mais caros, custando atualmente 2,03 euros.

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