Web Summit estuda expansão para o Brasil

Paddy Cosgrave, cofundador e CEO do evento, anunciou que Artur Pereira, country manager do evento em Portugal, vai estar nas cidades do Rio, São Paulo e Florianópolis na próxima semana.

O Web Summit está a estudar a possibilidade de expandir a sua atividade para o Brasil, confirmou o ECO.

Paddy Cosgrave anunciou, esta quarta-feira, a ida de Artur Pereira, country manager do evento em Portugal, ao Brasil, para averiguar o potencial do mercado para a instalação de um evento como o Web Summit no país. A ideia, sabe o ECO, não é transferir o evento — que se realiza em Lisboa — para o país mas criar uma nova marca, aproveitando o potencial do mercado sul-americano.

“Muito entusiasmado com o potencial de um Web Summit no Brasil a partir de 2022. O Artur Pereira vai estar no Rio, em São Paulo e em Florianópolis na próxima semana”, escreveu o irlandês no Twitter, publicação com mais de 1.800 likes e centenas de comentários, muitos deles em português.

Ao ECO, fonte próxima do processo afastou a saída do evento de Portugal, tratando-se o Brasil de um novo mercado onde a empresa pode instalar um evento sob uma nova marca, à semelhança do Collision, no Canadá, ou do Rise, em Hong Kong.

O Web Summit anunciou, em 2015, a vinda para Lisboa depois das edições anteriores terem decorrido sempre em Dublin, cidade onde a empresa e o evento foram criados. Em 2018, antes da terceira edição na capital portuguesa, a empresa que organiza a maior conferência de tecnologia e empreendedorismo do mundo assinou um acordo com o Governo português para a manutenção do evento por mais dez anos em Portugal, até 2028. Nessa altura, o Executivo anunciou que vai pagar 11 milhões de euros por ano: o valor do investimento, repartido entre o Fundo de Desenvolvimento Turístico lisboeta e o Ministério da Economia, foi anunciado pelo presidente da câmara de Lisboa, Fernando Medina, na manhã de 3 de outubro de 2018. O contrato assinado com a Connected Intelligence Limited, empresa dona do Web Summit, inclui uma cláusula de rescisão de 340 milhões de euros por cada ano em que o evento não se realize na capital.

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