Ministra da Saúde defende “choque de gestão” e retoma das PPP em “muitas unidades”
Ana Paula Martins afirmou ainda que médicos tarefeiros são um "fator de malignidade dentro do Serviço Nacional de Saúde” e promete reduzi-los de forma significativa.
A ministra da Saúde defende a necessidade de “haver um choque de gestão” no setor e o regresso de vários hospitais ao modelo de parceria público-privada (PPP), como o Beatriz Ângelo (Loures), para conseguir “melhores resultados para as pessoas”, alegando que isso se justifica “por uma questão de gestão e não por ideologia”.
Em entrevista ao podcast da Antena 1 “Política com Assinatura”, Ana Paula Martins contestou as acusações dos partidos da oposição de que as 13 mudanças dos Conselhos de Administração de ULS tenham sido por razões partidárias.
A ministra da Saúde garante também que vai diminuir o número de médicos tarefeiros. Para Ana Paula Martins o número de médicos que fazem prestação de serviços é um “fator de malignidade dentro do Serviço Nacional de Saúde”. A tutelar da Saúde admite que vai diminuir “de forma significativa” o número de tarefeiros.
Nesta entrevista, Ana Paula Martins garantiu que o Governo já atribuiu médico de família a cerca de 200 mil pessoas e que “quem não tem é quem não quer ou não precisa”.
Ana Paula Martins assegurou ainda que os emigrantes portugueses não estão a ser retirados das listas de médicos de família. Refere que estão na situação de “inativos”.
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