Metro do Mondego vai ter compensação de 28 milhões até 2029
“A compensação financeira máxima estimada para o Metro do Mondego é de 28.448.021 euros para quatro anos, entre 2026 e 2029”, avançou ao ECO fonte oficial do Ministérios das Infraestruturas.
O Metro do Mondego vai receber do Estado uma compensação financeira de 28,44 milhões de euros até 2029 pelo transporte de passageiros, avançou ao ECO fonte oficial do Ministério das Infraestruturas.
Na reunião de Conselho de Ministros desta segunda-feira, o Governo autorizou “a despesa relativa à compensação financeira a atribuir pelo Estado à Metro Mondego, pelo cumprimento das obrigações de serviço público de transporte de passageiros”, lê-se no comunicado.
Questionado sobre qual o valor desta compensação financeira, fonte oficial do ministério liderado por Miguel Pinto Luz disse ao ECO que “a compensação financeira máxima estimada para o Metro do Mondego é de 28.448.021 euros para quatro anos, entre 2026 e 2029”.
O Metrobus do Mondego vai operar nos municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã. É um sistema de transporte público de passageiros em modo rodoviário, totalmente elétrico e em canal dedicado, que foi inaugurado no passado dia 15 de dezembro, 15 anos depois de se ter encerrado o ramal ferroviário. A operação é gratuita até ao final do mês.

Arrancou de forma preliminar no troço urbano da cidade de Coimbra, sendo posteriormente alargado aos concelhos que mais sofreram com o fim do ramal ferroviário da Lousã, encerrado em janeiro de 2010, na altura para dar lugar a um metro ligeiro de superfície.
Na zona urbana do traçado em Coimbra, os autocarros terão uma frequência de cinco em cinco minutos em hora de ponta (7,5 minutos entre período de ponta e outros de 14 a 16 minutos), com serviço das 6h00 até por volta das 00h30.
De acordo com a Metro Mondego, no troço suburbano haverá frequência em hora de ponta de dez minutos em Miranda do Corvo e 15 minutos na Lousã, com serviço entre as 05:30 e as 00:30, com o último autocarro a sair de Coimbra em direção a Serpins às 00:30 nos dias da semana e às 00:15 aos sábados, domingos e feriados.
O projeto conheceu vários contratempos, alterações e paragens, mas acabou a ser relançado como metrobus pelo Governo liderado por António Costa (PS), que adjudicou as principais empreitadas relacionadas com este projeto, que tem um custo global de cerca de 220 milhões de euros.
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