Ex-CEO da TAP critica António Costa e acusa advogados de incompetência
Num artigo de opinião publicado no Expresso, Christine Ourmières-Widener critica o ex-primeiro-ministro, agora presidente do Conselho Europeu, e não esquece Fernando Medina nem João Galamba.
Quase três anos depois de ter sido despedida da presidência da TAP, na sequência de um relatório da Inspeção-Geral de Finanças (IGF) divulgado em março de 2023, Christine Ourmières-Widener voltou a chamar a atenção para o seu processo contra a transportadora. A ex-CEO critica o ministro e o Governo de António Costa, denunciando “silêncios institucionais e leituras convenientes” e questionando a competência dos assessores jurídicos envolvidos.
No artigo de opinião que assina esta sexta-feira no Expresso, Christine Ourmières-Widener lamenta o que considera ser um adiamento indefinido do processo em tribunal, um tempo que, segundo a gestora, distorce os acontecimentos e a prejudica. Reafirma que o despedimento foi político, sem justa causa, e que ocultou o trabalho que realizou na recuperação económica da TAP.
A ex-presidente recorda ainda acusações públicas infundadas sobre intenções criminosas e descreve o momento em que foi afastada em direto na televisão por dois ministros, Fernando Medina e João Galamba, dizendo sentir-se perseguida: “Incendiaram o meu veículo”.
O artigo, intitulado “Ou ela ou nós”, está ligado a uma frase atribuída ao então primeiro-ministro António Costa e reforça a contestação ao despedimento.
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