Pedro de Vasconcelos de saída do board da EDP
O gestor tinha sido chefe de gabinete de António Mexia e era, desde abril de 2023, membro do conselho de administração executivo da EDP. Vai assumir novas funções numa companhia internacional.
O administrador Pedro de Vasconcelos apresentou a resignação do conselho de administração executivo da EDP, com efeitos a partir de 30 abril. O gestor estava na EDP há 19 anos, era administrador executivo apenas desde abril de 2023 e, de acordo com informações apuradas pelo ECO, vai anunciar em breve o início de funções numa companhia internacional do setor.
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De acordo com um comunicado oficial ao mercado, “o membro da Comissão Executiva do Conselho de Administração, Pedro Collares Pereira de Vasconcelos, apresentou a sua renúncia ao cargo, a qual produzirá efeitos em 30 de abril de 2026. A EDP adotará as medidas adequadas para assegurar o cumprimento dos princípios aplicáveis de governo societário e de compliance”. A EDP não esclarece qual será a solução para substituir Pedro de Vasconcelos, que ocupava funções relevantes no grupo e era apontado como o principal candidato à sucessão de Miguel Stilwell.
Quais eram as funções de Pedro de Vasconcelos no grupo EDP, além da função de membro do Conselho de Administração Executivo?
- CEO e vice‑presidente da *EDP España, S.A.* (presidente executivo da EDP Espanha, substituindo Ana Paula Marques, desde 2024);
- Responsável pela *região Ibéria* (lidera o negócio do grupo EDP em Espanha e Portugal na nova organização por regiões);
- Responsável pela plataforma global de gestão de energia do grupo EDP (energy management global);
- Membro da equipa de gestão da EDP Renováveis e do conselho de administração da Ocean Winds (joint‑venture offshore da EDPR com a Engie, desde 2021).
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