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  • 10 Março 2026

Iscte Executive Education lança 12ª edição da Pós-Graduação em Finanças e Controlo Empresariais e continua a formar Gestores

Todos somos gestores. Porque todos tomamos decisões! E na gestão todas as decisões têm implicações financeiras e por isso são, ou deveriam ser, tomadas com base em conhecimento, em informação financeira.

Na gestão empresarial, a literacia financeira é o conhecimento e compreensão dos conceitos financeiros que permitem tomar decisões informadas sobre a gestão dos recursos financeiros, mas também o saber antecipar o impacto financeiro das decisões tomadas.

Ana Maria Simões, Comissão Executiva do Iscte Executive Education (IEE), Diretora da Pós-Graduação em Controlo de Gestão e Execução da Estratégia e da Pós Graduação em Finanças e Controlo Empresariais (IEE)

E se, por vezes, dizemos que é o diretor financeiro ou o CFO (chief financial officer) que têm estas responsabilidades, a verdade é que todos os gestores, em todas as áreas da empresa, tomam decisões com impacto financeiro. E, por isso, têm de conhecer e compreender os conceitos, os instrumentos, os indicadores financeiros e contabilísticos que lhes permitam antecipadamente tomar melhores decisões. E que os apoie na interpretação e comunicação dos impactos das suas decisões, sobre os investimentos, resultados e rendibilidades.

E por isso, todos os que exercemos gestão, precisamos de saber interpretar a informação das finanças e da contabilidade. E porque se fala em finanças e contabilidade? Porque são diferentes, mas partilham os conceitos e conhecimento de base. A contabilidade é normativa, olha para o passado e para o presente, dá-nos snapshots do que está a acontecer, permite monitorizar e apoiar as decisões de hoje, mas que terão impacto no futuro. As finanças reconhecem que o valor das empresas vem do futuro. Olha para o futuro e menos para o passado, exige cash flows e retorno futuro.

As finanças e a contabilidade partilham o conhecimento de base que permitem aos gestores olhar para o futuro, fazer projeções, definir objetivos e metas, identificar os recursos necessários, delegar, assumir responsabilidades, e monitorizar a implementação de um plano de negócios. Na verdade, gestores com conhecimentos em literacia financeira têm vantagens competitivas. E isto porque:

1. Tomam decisões mais informadas

Questões simples podem exigir decisões difíceis.

As decisões têm sempre um risco associado. Mas dominar os conceitos financeiros permite que os gestores tomem decisões sustentadas, com maior confiança, e com melhores argumentos junto das equipas, da hierarquia e dos restantes stakeholders.

Gestores com formação financeira decidirem melhor sobre: Que investimentos selecionar? Como financiar? Qual o custo de oportunidade? E qual o retorno mínimo exigido? Como definir metas para os cash-flows e para todas as variáveis de gestão relacionadas? Se, por um lado, o diretor financeiro ou o controller até podem apoiar na construção do plano de negócios, uma coisa é certa – é responsabilidade direta dos gestores saber interpretar, e comprometerem-se pela argumentação e execução do plano de negócios. E para isso têm de o entender e dominar!

Arrancar com novos negócios ou investimentos sem fundamentar as decisões em números, aí sim, é assumir um risco desnecessário quer para o gestor, quer para a organização. E decidir com base em informação financeira não significa que os outros objetivos de natureza não financeira, sejam descurados. Não! Os temas ambientais, da responsabilidade social, do governance, da ética, da reputação, da qualidade, coexistem e são igualmente críticos. E também por isso, a literacia financeira é tão importante nos negócios. Defender e garantir investimentos e negócios rentáveis é também defender e garantir a prossecução de todos os outros projetos e investimentos que integram o propósito da empresa. É defender uma gestão sustentável e a sustentabilidade futura.

2. Entendem o impacto das suas decisões

Saber distinguir um custo de um investimento é elementar para quem estudou contabilidade, mas menos óbvio para quem não passou por formações nesta área. Entender que os investimentos de agora terão de gerar retorno no futuro, também parece elementar dito assim.

Mas não basta dizer o óbvio. É necessário entender de que forma um novo negócio impacta nos ativos e passivos, no custo de financiamento, nos resultados operacionais, no cash flow, no work in capital, no custo de oportunidade, e no return on investment. E não perder de vista que os negócios existem para gerar rendibilidade, mesmo que de forma não imediata.

O domínio dos conceitos contabilísticos e financeiros permite que os gestores antecipem, com maior rigor, a saúde financeira dos seus negócios, a curto, médio e longo prazos. Permite tomar, agora, melhores decisões que garantam negócios e estruturas de financiamento sustentáveis. Negócios que gerem valor.

3. Podem advogar mais autonomia

Saber construir um orçamento, interpretar um ponto crítico, determinar o return on investment, apresentar um business plan, e dominar e mostrar conhecimento financeiro sobre as várias componentes da gestão, são bons argumentos para advogar maior autonomia de gestão.

Um gestor com formação financeira sabe como defender o seu orçamento, sabe como traduzir objetivos financeiros (para aumentar as vendas em 20%, que recursos adicionais são necessários contratar?) e não financeiros (para gerar mais leads, qual o investimento necessário?) em linguagem financeira. Sabe como fundamentar e até negociar a contratação ou aquisição de mais recursos, e como justificar os necessários ajustamentos ao plano inicial.

A assertividade da linguagem financeira e o conhecimento dos conceitos e instrumentos financeiros reforçam as capacidades de argumentação e de negociação dos gestores, e promovem a sua autonomia e a responsabilização.

4. Promovem o foco e alinhamento

Como focalizar os gestores e equipas em torno de objetivos de negócio? Como garantir alinhamento? Usando uma linguagem simples e universal, que todos entendam, que traduza as ações e decisões de gestão!

A literacia financeira focaliza a atenção dos gestores de negócio nos objetivos de vendas e de resultados. Nas funções de suporte, a literacia financeira, favorece e valoriza a eficiência – gerar mais output com os mesmos recursos, gerar o mesmo output com menos recursos – e a poupança.

A compreensão dos conceitos contabilísticos e financeiros faz convergir objetivos e ações ao longo de toda a estrutura de gestão. Claro que muitos dos objetivos são de natureza não financeira – reputação, qualidade, posição no mercado, ambiente, gestão de risco, retenção de talentos, e tantos outros – mas todos eles convergentes com a criação de valor sustentável. Literacia financeira é também isto. Entender de que forma os objetivos não financeiros impactam e contribuem para os resultados financeiros sustentáveis.

5. Promovem a eficiência e a poupança

Os resultados financeiros fazem-se com vendas, e com eficiência e economia.

Gestores com literacia financeira sabem de que forma a poupança e a eficiência influenciam o capital empregue e os resultados dos negócios. Traduzem este esforço nos seus planos e orçamentos, ao invés de apresentarem orçamentos despesistas. E promovem, junto das suas equipas, uma cultura de gestão da performance, da qual fazem parte a eficiência, a poupança e a gestão sustentável.

Mas a verdade é que nem todos os gestores têm, nem têm de ter, formação base em finanças ou contabilidade empresarial. A gestão empresarial é naturalmente exercida por empresários e profissionais das mais diversas áreas de conhecimento, e com formações e experiências diversas – médicos, engenheiros, arquitetos, sociólogos, advogados, e gestores em formação superior. Mas enquanto gestores, enquanto decisores, sim, necessitam de conhecer, de entender os fundamentais da informação financeira para a gestão. Se assim não for, perdem autonomia e confiança na decisão, perdem assertividade e foco, perdem capacidade de comunicação e de argumentação. Percebem do negócio, até sabem vender, mas perdem-se na leitura e interpretação de informação, na previsão dos impactos futuros, na interação com os stakeholders.

A formação de executivos ao longo da vida, em contexto profissional, tem exatamente este objetivo. Não se trata somente de atualizar o que se aprendeu no passado, subir um grau académico, ou acrescentar uma linha no currículo. É antes de tudo a procura por instrumentos de gestão, práticos, aplicados, olhados sob uma lente crítica, com business cases discutidos com os professores e com os colegas. E depois o levar estas ferramentas para as empresas e implementá-las com impacto! Este é o compromisso do Iscte Executive Education quando operacionaliza o motto #reallifelearning.

E é exatamente sob este motto que arranca, em maio de 2026, a 12ª edição da pós-graduação online em Finanças e Controlo Empresariais, programa que já formou mais de 450 gestores, das mais variadas indústrias, com experiências e formações de base diversas, que exercem gestão em grandes e em pequenas empresas, e em múltiplas geografias. O que se tem feito, de facto, é formar gestores em literacia financeira empresarial, com forte componente prática e com impacto imediato nos processos de decisão.

A formação decorre ao longo de 140 horas de contacto em formato online, com live classes, com duração de seis a sete meses. As aulas são em horário pós-laboral, de terça a quinta-feira, das 18h30 às 22h30, permitindo aos alunos conciliar a formação com a vida profissional e familiar.

O Iscte Executive Education é reconhecido como uma das melhores escolas de formação de executivos da Europa e integra o ranking do Financial Times Executive Education 2025, estando classificado no top 40 da Europa e no top 50 do Mundo.

Ana Maria Simões, Comissão Executiva do Iscte Executive Education (IEE), Diretora da Pós-Graduação em Controlo de Gestão e Execução da Estratégia e da Pós Graduação em Finanças e Controlo Empresariais (IEE)

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