Após chumbo da UGT da proposta da lei laboral, patrões do turismo dizem não estar disponíveis "para continuar processos meramente dilatórios que adiem, sem fundamento, as reformas que o país precisa".
Após chumbo da UGT da proposta da lei laboral, patrões do turismo dizem não estar disponíveis "para continuar processos meramente dilatórios que adiem, sem fundamento, as reformas que o país precisa".
Oito meses depois, reforma da lei do trabalho continua sem fim à vista. UGT rejeitou proposta atual, mas mantém abertura a negociar. Ministro da Presidência diz que Governo tem "porta aberta".
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