OPA à EDP

O Estado chinês, atualmente o maior acionista da EDP, com uma participação de 28,25%, prepara-se para reforçar a posição na elétrica portuguesa, ficando obrigado a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA). O Governo português não deverá opor-se à operação, ao contrário do conselho de administração da EDP, que deverá considerá-la hostil.

Nome do CEO da Pharol vai ser proposto pela Oppidum, com 7,19% do capital, a 24 de abril, mas será apoiado por outros acionistas de referência, incluindo os chineses.

O secretário de Estado da Energia considera que a elétrica não está a desinvestir no país e aponta para a atividade no solar e no eólico. Sobre a OPA, garante que não haverá intervenção do Governo.