OPA à EDP

O Estado chinês, atualmente o maior acionista da EDP, com uma participação de 28,25%, prepara-se para reforçar a posição na elétrica portuguesa, ficando obrigado a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA). O Governo português não deverá opor-se à operação, ao contrário do conselho de administração da EDP, que deverá considerá-la hostil.

Já há acordo para controlar investimentos chineses na União

Vasco Gandra, em Bruxelas,

A União alcançou esta terça-feira um acordo de princípio para criar um mecanismo de escrutínio de investimentos de países terceiros. É um tema sensível para Portugal por causa da banca e energia.

A associação portuguesa de pequenos investidores ATM já tinha levantado esta questão, sobre a possibilidade de a tomada de controlo da EDP pela CTG implicar lançar uma OPA também sobre a EDP Brasil.