OPA à EDP

O Estado chinês, atualmente o maior acionista da EDP, com uma participação de 28,25%, prepara-se para reforçar a posição na elétrica portuguesa, ficando obrigado a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA). O Governo português não deverá opor-se à operação, ao contrário do conselho de administração da EDP, que deverá considerá-la hostil.

Mexia garante que não estava à espera do fim da OPA para anunciar nova parceria com a francesa Engie. Ao contrário, até considera que não seria incompatível com a aquisição caso esta tivesse avançado.

Esta é a primeira reação política ao fim da operação que tinha sido lançada pela empresa estatal chinesa CTG. Já o Governo, que tinha acarinhado a OPA, ainda não se pronunciou sobre o assunto.