Revista de imprensa internacional

Governo espanhol quer ter mais poder no Banco Central Europeu (BCE), desejando ver um compatriota num lugar de topo ao lado de Mario Draghi. Na Turquia, Erdogan promete lutar contra as ameaças do país

Face à perda de influência nos últimos anos, o Governo de Mariano Rajoy deseja ver um espanhol ao lado de Mario Draghi, o italiano que tem liderado os destinos do Banco Central Europeu nos últimos anos. No Brasil, a contenção de gastos nos municípios foi o principal tema dos discursos de tomada de posse nos novos prefeitos. Enquanto isso, na Turquia, depois do ataque a uma discoteca em Istambul, numa festa de Ano Novo, o Presidente turco prometeu eliminar na origem as várias ameaças que o país enfrenta.

El Confidencial

Madrid quer lugar no BCE

Mariano Rajoy, primeiro ministro de Espanha, deseja ver um seu compatriota numa posição de topo no Banco Central Europeu (BCE), depois de verificar o tratamento especial que a banca italiana tem tido no âmbito do resgate ao problemático Monte dei Paschi. O El Confidencial escreve mesmo que Espanha perdeu algum prestígio internacional e influência nas instituições nos últimos anos. Leia a notícia completa no El Confidencial (Conteúdo em espanhol/Acesso gratuito)

Expansion

Merlin vende hotéis por 535 milhões

A Merlin Properties vendeu a sua carteira de 19 hotéis à Foncière des Regions por 535 milhões de euros. Entre os imóveis alienados estão hotéis como o Eurostars Grand Marina, localizado no porto de Barcelona, o NH Collection e o Hotel Barceló Torre Madrid, situados na capital espanhola. De resto, grande parte dos hotéis encontram-se nas duas principais cidades de Espanha. Leia a notícia completa no Expansion (Conteúdo em espanhol/Acesso gratuito)

Estadão

Prefeitos querem cortar gastos nos municípios

Os prefeitos que tomaram posse este domingo consideram que as palavras de ordem neste momento passam pela contenção de gasto nos vários municípios e Estados brasileiros que enfrentam a maior crise financeira de sempre. A grave situação financeira das instituições políticas regiões foi tema recorrente nos discursos de tomada de posse dos novos representantes eleitos, que prometeram cortar os gastos sobretudo através da redução de cargos. “A ordem é a seguinte: é proibido gastar”, declarou o novo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. Leia a notícia completa no Estadão (Conteúdo em português/Acesso gratuito)7

Bloomberg

Erdogan promete eliminar ameaças

Depois do ataque que vitimou 39 pessoas numa discoteca em Istambul, o Presidente turco prometeu “eliminar as ameaças” que a Turquia enfrenta. “Estamos cientes de que os ataques de várias organizações terroristas que visam o nosso país não são independentes dos incidentes na nossa região. Estamos determinados em eliminar as ameaças e os ataques contra o nosso país na sua fonte de origem”, declarou Tayyip Erdogan numa declaração ao país. Leia a notícia completa na Bloomberg (Conteúdo em inglês/Acesso gratuito)

Reuters

Sanções à Rússia foram desproporcionadas, diz ajudante de Trump

Um colaborador de topo do Presidente eleito Donald Trump adiantou numa entrevista que a Casa Branca poderá ter aplicado sanções desproporcionadas à Rússia ao ordenar a expulsão de 35 russos suspeitos de serem espiões. Sean Spicer, secretário de imprensa que acompanhará Trump na Casa Branca, revelou que o próximo Presidente vai confrontar as agências de informação norte-americanas a propósito do assunto. “Uma das questões que temos é por que razão uma sanção desta magnitude? Vemos que 35 pessoas foram expulsas, dois edifícios encerrados e as questão é: isto é uma resposta em proporção face às ações tomadas?”, disse Spicer. Leia a notícia completa na Reuters (Conteúdo em inglês/Acesso gratuito)

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Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

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António Costa

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