Ana Botín é a mulher mais poderosa do mundo

  • ECO
  • 27 Setembro 2019

Ana Botín, presidente do grupo Santander, lidera o ranking das mulheres mais poderosas do mundo realizado pela Fortunes.

Ana Botín, presidente do Santander, é a mulher mais poderosa do mundo. Depois de no ano passado ter ficado na segunda posição, a espanhola que está à frente de uma das maiores instituições financeiras a nível global, volta a encabeçar o ranking das 50 mulheres mais poderosas elaborado pela Fortune.

Botín assumiu o lugar cimeiro do pódio da revista norte-americana, ficando à frente de Emma Walmsley, CEO da GlaxoSmithKline, mas também de Dong Mingzhu, presidente da Gree Electric Appliances. O desempenho do banco que lidera no último ano foi determinante para receber esta distinção.

O Santander atingiu receitas de 48,42 mil milhões de euros, a nível global. Atualmente, o grupo espanhol tem uma capitalização bolsista superior a 61 mil milhões de euros.

“Este crescimento foi alcançado em grande parte devido à atividade do banco na América Latina, principalmente no Brasil e no México, e por uma redução de custos na Europa”, diz a Fortune, citada pelo ElEconomista.

Caras novas no ranking

A Fortune destaca o facto de apenas 14 das 50 mulheres que entraram no ranking das mais poderosas do mundo estarem na liderança de alguma das 500 maiores empresas do mundo, ainda assim uma melhoria face ao ano passado.

A explicar esta evolução estará o facto de também terem entrado muitas caras novas neste ranking. Das 50, 19 mulheres estrearam-se no top 50 da Fortune, casos de Jessica Tan, CEO da Ping An Group, Ilham Kadri, CEO da Solvay, ou de Emma Fitzgerald, da Puma Energy

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ana Botín é a mulher mais poderosa do mundo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião