Facebook vai permitir “desligar” propaganda política no feed

A poucos meses das presidenciais nos EUA, o Facebook vai permitir aos utilizadores optarem por não ver anúncios políticos na rede social e também no Instagram. Planeia lançar a opção noutros países.

O Facebook vai permitir aos utilizadores nos EUA optarem por deixar de ver propaganda política nos seus feeds na rede social. Esta maior flexibilidade aos utilizadores faz parte de um conjunto de medidas mais alargado para preparar a campanha das presidenciais norte-americanas marcadas para novembro.

“A partir de hoje [terça-feira] para algumas pessoas e a lançar para toda a gente nos EUA ao longo das próximas semanas, vai ser possível desligar todas as campanhas de assuntos sociais, eleitorais e políticos de candidatos ou outras organizações”, avançou o Facebook num comunicado. A opção também estará disponível para o Instagram.

Apesar de esta flexibilidade não ser disponibilizada em Portugal, a notícia pinta-se de relevância depois de a rede social Twitter ter decidido, em outubro do ano passado, banir toda a publicidade política da plataforma. O Facebook, que gera receitas das campanhas publicitárias que apresenta na rede social, tem rejeitado seguir o mesmo caminho da empresa concorrente.

A empresa garante, contudo, que tenciona disponibilizar esta nova opção “noutros países” onde esteja em vigor a discriminação de anúncios sociais e políticos no Facebook, um tipo de campanhas que passaram a ter regras mais apertadas nos últimos anos. Portugal é um dos países em que existe esse regime diferenciado para a publicidade financiada por organizações como partidos políticos, por exemplo.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Facebook vai permitir “desligar” propaganda política no feed

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião