⛽ Gasóleo volta a descer na próxima semana. Gasolina não mexe
A partir de segunda-feira, quando for abastecer, deverá passar a pagar 1,528 euros por litro de gasóleo simples e 1,698 euros por litro de gasolina simples 95.
Na próxima semana, mais uma vez só o diesel vai ficar mais barato. O gasóleo, o combustível mais utilizado em Portugal, deverá descer 1,5 cêntimos, e a gasolina não deverá sofrer alterações de preço, de acordo com os dados do ACP. Mas, fonte do mercado avançou ao ECO que a descida do diesel pode chegar aos dois cêntimos.
Quando for abastecer, deverá passar a pagar 1,528 euros por litro de gasóleo simples e 1,698 euros por litro de gasolina simples 95, tendo em conta os valores médios praticados nas bombas à segunda-feira, divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).
Os preços podem ainda sofrer alterações para ter em conta o fecho das cotações do petróleo Brent esta sexta-feira e o comportamento do mercado cambial. Mas também porque os preços finais resultam da média dos valores praticados por todas as gasolineiras. Além disso, os preços cobrados ao consumidor final podem variar consoante o posto de abastecimento.
Esta semana, o gasóleo desceu um cêntimo e a gasolina 0,3 cêntimos. O mercado apontava exatamente para uma descida de um cêntimo no gasóleo mas uma estabilização do preço da gasolina.
Os contratos futuros do Brent, que servem de referência para o mercado europeu, estão esta sexta-feira a descer 1,11%, para 60,38 dólares por barril, mas caminham para a terceira queda semana consecutiva, a mais longa sequência desde março, com os investidores focados na perspetiva de oferta antes das negociações EUA-Rússia. O Presidente Trump anunciou planos para se reunir com o presidente russo Putin nas próximas semanas para discutir uma possível resolução para a guerra na Ucrânia, alimentando especulações de que resultados positivos poderiam aliviar as restrições à produção de petróleo russo, aumentando potencialmente o excedente global.
A acrescentar à pressão descendente estavam sinais contraditórios sobre as compras de crude russo pela Índia. As refinarias indianas anunciaram que planeiam reduzir, em vez de interromper as importações, aguardando a orientação de Nova Deli, após o anúncio de Trump de que o país iria interromper as compras. Por outro lado, a Agência Internacional de Energia dos EUA informou que as empresas de energia adicionaram 3,5 milhões de barris de crude ao armazenamento a semana passada, levantando preocupações sobre o consumo fraco e pesando ainda mais sobre as perspectivas de procura tendo em conta as tensões comerciais EUA-China.
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