Lucro da Ramada cai 74% até setembro. Venda da Socitrela e Fisio Share gera mais-valia de 2,1 milhões
Empresa do Porto lucrou 6,9 milhões nos primeiros nove meses de 2025. Período abrange venda da subsidiária Socitrela e da posição na Fisio Share, com as quais encaixou 23,8 milhões.
A Ramada – Investimentos e Indústria viu os lucros caírem 74,1% para 6,9 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. A empresa com negócios na floresta e trefilaria (metais) teve uma queda de dois dígitos no resultado líquido num período em que vendeu a subsidiária Socitrela e a participação na Fisio Share – Gestão de Clínica.
As duas transações representaram “um encaixe financeiro de, aproximadamente, 23,75 milhões de euros e uma mais-valia de 2,1 milhões de euros para a Ramada”, segundo o relatório financeiro publicado esta sexta-feira pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Entre janeiro e setembro, as receitas totais do grupo Ramada fixaram-se nos 8.422 milhares de euros, o que representa um crescimento de 9,4% face aos mesmos meses de 2024.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) e a margem EBITDA também cresceram em termos homólogos. O lucro operacional atingiu o montante de 7,07 milhões de euros, mais 14,4% do que no mesmo período de 2024. Já a margem EBITDA ascendeu a 84%, após um aumento de 3,7 pontos percentuais.
Em relação à tesouraria, a empresa com sede no Porto e liderada por Pedro Borges de Oliveira refere que o montante de caixa e equivalentes totalizava 18,5 milhões de euros a 30 de setembro de 2025. Quanto ao endividamento nominal líquido do grupo, a 31 de dezembro de 2024, era de aproximadamente 980 mil euros.
“Os custos totais ascenderam a 1.348 milhares de Euros, registando uma redução de 11,1% face ao mesmo período do ano anterior”, lê-se ainda no documento enviado à CMVM.
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