Governo volta a propor que trabalhadoras tenham de entregar declaração médica de seis em seis meses para ter dispensa para amamentação. Mas opta desta vez por formulação que pode gerar dúvidas.
O Governo já anunciou que vai mexer na legislação, nomeadamente no sentido de combater a segmentação do mercado de trabalho. Os partidos mais à esquerda já apresentaram o caderno de encargos, que vai muito além da diferenciação da TSU para contratos a termo certo e sem termo. Os patrões reclamam estabilidade na legislação laboral e alguns sindicatos pedem a reversão de todas as medidas do tempo da troika. Está lançado do debate.
Governo volta a propor que trabalhadoras tenham de entregar declaração médica de seis em seis meses para ter dispensa para amamentação. Mas opta desta vez por formulação que pode gerar dúvidas.
O primeiro-ministro quer explicar aos portugueses que a reforma laboral "não é uma questão de teimosia ou falta de humildade, mas antes confiança no país”.
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