Mudanças na lei laboral

O Governo já anunciou que vai mexer na legislação, nomeadamente no sentido de combater a segmentação do mercado de trabalho. Os partidos mais à esquerda já apresentaram o caderno de encargos, que vai muito além da diferenciação da TSU para contratos a termo certo e sem termo. Os patrões reclamam estabilidade na legislação laboral e alguns sindicatos pedem a reversão de todas as medidas do tempo da troika. Está lançado do debate.

Foram entregues até ao final de julho 739 pré-avisos de greve, mais 290 do que no período homólogo. A contestação em torno da reforma laboral ajuda a explicar esta evolução.

Diretiva da UE deixava crer que candidatos iam passar a saber salário associado a uma vaga de emprego com maior antecedência (por exemplo, no anúncio). Porém, projeto do Governo não prevê obrigação.