Hoje nas notícias: Lei de estrangeiros, linha da Beira Alta e E-Lar
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
A direção do PS admite viabilizar a nova versão da lei de estrangeiros, de modo a evitar que a questão da imigração volte a ocupar o centro da agenda política. Após um investimento de mais de 670 milhões de euros e obras que duraram três anos, a Linha da Beira Alta reabre na totalidade no próximo domingo, sem redução dos tempos de percurso. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.
PS admite ser o novo parceiro do Governo para a lei de estrangeiros
A lei de estrangeiros, cuja nova versão foi apresentada esta semana pelo Governo, após o Tribunal Constitucional ter chumbado a versão original, poderá ser viabilizada, desta vez, pelo PS e não pelo do Chega. No entender da direção socialista, importa agora não deixar que a questão da imigração ocupe de novo o centro da agenda política, numa altura em que faltam pouco mais de duas semanas para as eleições autárquicas, preferindo manter o foco em questões que interessam à campanha, tais como habitação, saúde e economia. O PS quer, assim, evitar um braço-de-ferro com o Executivo em torno da imigração. Como no “novo” diploma foram mitigadas as limitações originais ao reagrupamento familiar, isso poderá dar pretexto ao partido liderado por José Luís Carneiro para desta vez viabilizar o diploma.
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Linha da Beira Alta reabre com três anos de atraso e o mesmo tempo de percurso
A partir de domingo vai reabrir a Linha da Beira Alta, depois de 42 meses de obras, quando se esperava um encerramento de nove meses. Apesar do investimento de 679 milhões de euros para modernizar a linha ferroviária entre a Pampilhosa e a Guarda, os tempos de percurso mantêm-se praticamente iguais aos de 2001. Além disso, a CP limita-se a repor a oferta que tinha antes do encerramento, sem tirar partido das novas possibilidades geradas pela variante da Mealhada — uma nova linha de 3,3 quilómetros que liga diretamente a Linha do Norte à da Beira Alta.
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Voucher para trocar fogão e esquentador tem de ser usado numa só compra
As pessoas que aderirem ao voucher E-Lar — que permite trocar eletrodomésticos a gás por elétricos, como fornos, placas e termoacumuladores — só o podem utilizar uma vez, num prazo de 60 dias. Sendo de utilização única, o consumidor fica obrigado a comprar todos os equipamentos no mesmo fornecedor e na mesma compra. A Deco Proteste já tinha alertado que a utilização única do vale “limita a liberdade de escolha” dos consumidores, mas o Ministério do Ambiente e da Energia justifica o desenho do programa com questões logísticas, de transporte, bem como instalação certificada dos equipamentos. A multiplicação destes serviços, segundo o gabinete tutelado por Maria da Graça Carvalho, representaria “custos incomportáveis” e implicaria a redução do número de pessoas a beneficiar do apoio. Neste momento, a lista de fornecedores da rede E-Lar onde o voucher pode ser descontado conta com 945 lojas,
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Carris decreta ‘lei da rolha’ e Moedas adia explicações sobre Elevador da Glória
Seis dias após o acidente do Elevador da Glória, o secretário-geral da Carris, José Bibe, enviou um e-mail aos diretores da empresa em que dava ordens internas para que nenhum funcionário falasse com entidades externas sem primeiro ter ‘luz verde’ da Secretaria-Geral e da Direção Jurídica da transportadora. Tal aconteceu ao mesmo tempo que a Carris deixou de prestar qualquer informação nova à comunicação social, no que terá sido um esforço coordenado para bloquear as saídas de informação quando faltam poucas semanas para as autárquicas. Já o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, não se mostra disponível para qualquer explicação, justificando-se, precisamente, com as eleições de 12 de outubro.
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Dirigentes da agência anticorrupção mudaram mas continuam a querer carro reservado a ministros
Desde agosto que o Mecanismo Nacional Anticorrupção (Menac) tem novos dirigentes, designadamente o juiz Mouraz Lopes e dois outros juristas. Apesar desta mudança na liderança da agência anticorrupção, uma coisa permanece igual face ao anterior conselho de administração: continuam a querer deslocar-se em serviço num carro que a lei reserva apenas a ministros, apesar de nada os equiparar a governantes. No início deste mês, o Menac lançou um novo concurso destinado a alugar, por cerca de 31 mil euros, e durante dois anos, um veículo destinado aos seus dirigentes. É pedido aos concorrentes que apresentem propostas para fornecimento de “um veículo híbrido de categoria superior um”, a segunda mais alta da frota do Estado, que é suplantada apenas pelas viaturas oficiais atribuídas ao primeiro-ministro e ao Presidente da República, que têm direito à categoria “superior dois”.
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