⛽ Combustíveis descem esta semana
A partir de segunda-feira, quando for abastecer, deverá passar a pagar 1,522 euros por litro de gasóleo simples e 1,649 euros por litro de gasolina simples 95.
Na próxima semana os combustíveis vão voltar a baixar. Por isso, se puder, espere por segunda-feira para abastecer o seu veículo. Tanto o gasóleo, o combustível mais utilizado em Portugal, como a gasolina deverão ficar três cêntimos mais baratos, de acordo com os dados do ACP. Descidas que ajudam a mitigar o impacto da alteração na tributação dos combustíveis.
Quando for abastecer, deverá passar a pagar cerca de 1,522 euros por litro de gasóleo simples e 1,649 euros por litro de gasolina simples 95, tendo em conta os valores médios praticados nas bombas à segunda-feira, divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). A próxima semana será a quarta de descidas para o diesel, e a quinta para a gasolina, o que resulta numa descida acumulada de 11 e oito cêntimos, respetivamente.
Estes preços podem ainda sofrer alterações para ter em conta o fecho das cotações do petróleo Brent esta sexta-feira e o comportamento do mercado cambial. Mas também porque os preços finais resultam da média dos valores praticados por todas as gasolineiras. Além disso, os preços cobrados ao consumidor final podem variar consoante o posto de abastecimento.
Esta semana, o gasóleo desceu 2,7 cêntimos e a gasolina 02,1 cêntimos, descidas ligeiramente superiores às esperadas pelo mercado, que apontava para uma decida de 2,5 cêntimos para o diesel e de dois cêntimo para a gasolina, permitindo continuar a atenuar a alteração na tributação dos combustíveis com a redução do desconto no Imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP), para aproveitar a antecipada descida mais acentuada do preço dos combustíveis.
Os contratos futuros do brent, que servem de referência para o mercado europeu, estão esta sexta-feira a descer 0,4%, para 59,57 dólares por barril, com os preços a caminharem para a segunda perda semanal, desta feita de 2,3% perante o crescente otimismo face a um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia.
Os analistas antecipam um excesso global na oferta de petróleo no próximo ano, impulsionado pelo aumento da produção da OPEP+, bem como dos Estados Unidos e de outros produtores. “O facto de nos estarmos a manter nestes níveis indica que o mercado está inundado de petróleo neste momento”, disse Ole Hansen, responsável pela estratégia de matérias-primas do Saxo Bank, citado pela Reuters. “Há petróleo suficiente para mitigar quaisquer perturbações”.
A incerteza sobre a forma como os EUA vão aplicar a vontade do Presidente Donald Trump de bloquear a entrada e saída de petroleiros sancionados da Venezuela moderou os prémios de risco geopolítico e pressionou os preços do petróleo na sexta-feira, acrescentou o analista da IG, Tony Sycamore, também citado pela mesma agência.
Nota: título editado a 22 de dezembro às 7h18
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