Governo prolonga situação de calamidade até 15 de fevereiro
"Sabemos que ainda teremos uma situação difícil", disse o primeiro-ministro. Zonas com maior risco de cheias estão em situação de contingência.
O Governo prolongou a situação de calamidade até ao próximo dia 15 de fevereiro, anunciou esta quinta-feira o primeiro-ministro. “Sabemos que ainda teremos uma situação difícil que vai prolongar as condições que justificaram precisamente esta situação de calamidade”, justificou Luís Montenegro, num briefing após o Conselho de Ministros.
O Executivo decretou ainda a situação de contingência nas zonas com risco maior em termos de inundações.
“Garantimos assim, de facto, a mobilização de todos os meios da Proteção Civil, dos bombeiros, dos militares, das forças de segurança, dos departamentos de saúde, de Segurança Social, de apoio psicológico, dos sapadores florestais e das autarquias locais. Só juntos, com um contributo que tem sido inexcedível, é possível enfrentar uma adversidade como aquela que temos pela frente”, afirmou Luís Montenegro.
Inicialmente, a situação de calamidade estava prevista até às 23h59 do dia 8 de fevereiro de 2026 devido às persistentes necessidades de assistência às populações e continuidade de condições climatéricas muito adversas nos próximos dias, incluindo o risco extremo de cheias. “Sabemos que são dias de socorro, de emergência, mas também são dias de lançamento rápido da reconstrução e da recuperação”, frisou o chefe de Governo, em declarações ao país a partir do Palacete de São Bento, em Lisboa.
O Governo começou por decretar situação de calamidade em Portugal entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois estendido até 8 de fevereiro para 68 concelhos.
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