Hoje nas notícias: fundo para catástrofes, seguros e SNS

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Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O ministro das Finanças admite, em entrevista ao Público e à Renascença, a criação de um fundo para catástrofes e sismos. As seguradoras admitem custos de até 500 milhões de euros com a tempestade da última semana. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.

Governo quer criar fundo para catástrofes e sismos

O ministro das Finanças garante que os apoios diretos à população e a empresas afetadas pela depressão Kristin vão ser acelerados, após o Presidente da República ter pedido mais rapidez. Em entrevista ao Público e à Renascença, Joaquim Miranda Sarmento refere que “o país precisa” de criar um fundo para catástrofes e sismos, algo que diz ter conversado com Gabriel Bernardino, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões​ (ASF), em novembro. “Era já nosso propósito e será nosso propósito este ano”, afirmou, adiantando que esse fundo “será capitalizado com o seguro dos imóveis e dos equipamentos e depois com o resseguro”. “Esse fundo, na realidade, o que fará é cobrar uma taxa sobre os seguros para cobrir este tipo de riscos que ainda não estejam cobertos, porque uma parte já é coberta pelos seguros, e depois faz-se o resseguro junto de grandes seguradoras internacionais”, explica.

Leia a entrevista completa na Renascença (acesso livre)

Seguradoras admitem custos até 500 milhões com a depressão Kristin

As seguradoras ainda estão a contabilizar os prejuízos da depressão Kristin, mas não excluem que os custos a suportar possam chegar à fasquia dos 500 milhões de euros, ou até um pouco mais. O setor já recebeu entre 40 a 50 mil participações de sinistros por causa da Kristin. A maior parte dos casos já reportados está relacionada com habitações (seguros multirrisco habitação), alguns casos relativos a automóveis. E, nestes casos, há muitos sinistros, mas com valores mais pequenos. “Atingiu muitas empresas, o coração da indústria portuguesa. Há muitos prejuízos”, refere uma fonte do setor. “Os valores das indemnizações podem chegar a milhões de euros por empresa”, indica outro responsável.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Mais de mil médicos e enfermeiros reformaram-se do SNS

No final do ano de 2025, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) contava com 154.977 profissionais nas 12 carreiras que o integram, mais 2,6% do que em 2024 e o maior número da última década. Segundo a Administração Central dos Sistemas de Saúde (ACSS), o último ano foi também aquele em que o SNS contabilizou mais médicos especialistas (22.161, mais 2% face a 2024) e mais enfermeiros (52.946, mais 2,5% face a 2024). Embora estes números revelem uma “tendência positiva do aumento de recursos humanos no SNS”, os bastonários das ordens dos médicos e dos enfermeiros não fazem a mesma leitura, chamando a atenção para o facto de, no mesmo ano, se terem reformado 570 médicos especialistas e 541 enfermeiros. “O impacto será brutal”, defendem ambos, não só porque “temos 1,6 milhões de utentes sem médico de família, mas também porque temos uma população cada vez mais envelhecida a necessitar cada vez mais de cuidados”, argumenta o bastonário dos médicos, Carlos Cortes.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Presidente eleito terá um gabinete no Palácio de Queluz para trabalhar até 9 de março

Com a realização de uma segunda volta nas eleições presidenciais, o calendário de transição foi encurtado em duas a três semanas, o que deverá levar Marcelo Rebelo de Sousa a receber o Presidente eleito logo no início da próxima semana. Depois disso, será atribuído um gabinete no Palácio de Queluz ao novo Chefe de Estado, onde este poderá trabalhar até à sua tomada de posse, prevista para 9 de março. A compressão do calendário explica-se pelo facto de Marcelo dispor agora de apenas quatro semanas até ao fim do mandato. Além disso, em dezembro, anunciou que iria convidar o seu sucessor para almoçar no Palácio de Belém logo no dia seguinte à eleição, “para lhe passar a pasta da transição”.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago)

Governo contrata irmão do chefe de gabinete de Montenegro

O irmão do chefe de gabinete do primeiro-ministro é um dos quatro consultores contratados pelo Governo, a semana passada, para integrar o grupo de trabalho para a reforma do Estado: Frederico Bartolomeu Rebelo de Andrade Perestrelo Pinto é irmão de Pedro Bartolomeu Santos Matos Perestrelo Pinto. Porém, o gabinete de Luís Montenegro garante que a contratação de Frederico Perestrelo Pinto “nada tem a ver com o gabinete do primeiro-ministro, sendo matéria da competência dos ministros” responsáveis pela nomeação, designadamente das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, da Presidência, António Leitão Amaro, e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias. Em resposta ao Correio da Manhã, o próprio Pedro Perestrelo Pinto rejeita ter tido qualquer intervenção na contratação do irmão. “Apenas tive conhecimento quando o meu irmão (que trabalha fora de Portugal) me informou que recebera a proposta”, disse.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

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