“A inação ou atraso na resposta a este desafio comprometerá ainda mais a posição competitiva de Portugal, com consequências negativas para empresas, produtores e consumidores”, dramatizam CAP e APED.
“A inação ou atraso na resposta a este desafio comprometerá ainda mais a posição competitiva de Portugal, com consequências negativas para empresas, produtores e consumidores”, dramatizam CAP e APED.
No entanto, entre 2015 e 2023, o emprego agrícola subiu de 165.000 para 180.000, representando 4,7% do emprego nacional.
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