Wall Street valoriza com Microsoft e Apple a animarem mercados

Os principais índices de Wall Street terminaram a sessão no "verde", com a Microsoft e a Apple a animarem os mercados. Sessão foi de ganhos para os bancos.

Os principais índices dos mercados norte-americanos terminaram a segunda sessão da semana em “terreno positivo“, com a Apple e a Microsoft em destaque. Também os bancos registaram ganhos, num dia em que as taxas de juro das obrigações do Tesouro dos Estados Unidos subiram.

Escolha o ECO como fonte preferida no Google

Escolher

O índice de referência em Wall Street, o S&P 500, terminou a sessão a valorizar 0,84% para 4.521,23 pontos. Também no “verde”, o industrial Dow Jones avançou 1,05% para 35.465,42 pontos e o tecnológico Nasdaq somou 1,28% para 14.194,46 pontos.

Na tecnologia, destaque para as ações da Microsoft e da Apple, que ganharam, respetivamente, 1,2% para 304,56 dólares e 1,85% para 174,83 dólares, animando os mercados.

Também a Tesla e a Amazon fecharam o dia acima da linha de água. Os títulos da fabricante automóvel de Elon Musk subiram 1,62% para 922,00 dólares enquanto os da gigante do comércio eletrónico somaram 2,2% para 3.228,27 dólares.

Já a Meta, holding que detém o Facebook, registou perdas, pela quarta sessão consecutiva. Os títulos desta cotada recuaram 2,1% para 220,18 dólares. Desde que apresentou os seus resultados relativos ao quarto trimestre de 2021 que a dona do Facebook tem estado no “vermelho”, já que esses números dececionaram os investidores.

Por outro lado, na banca, o dia foi de ganhos, à boleia da subida das taxas de juro a dez anos das obrigações do Tesouro dos Estados Unidos para o nível mais alto desde novembro de 2019, evolução que é explicada pela expectativa de que a Reserva Federal norte-americana endurecerá a sua política monetária.

Os títulos do Bank of America Corp. avançaram 1,79% para 49,38 dólares, os do JPMorgan Chase & Co subiram 1,87% para 155,95 dólares e os do Wells Fargo valorizaram 2,48% para 58,75 dólares.

Já as cotadas ligadas à energia desvalorizaram, uma vez que os investidores estão preocupados com a possibilidade de que a retoma das conversações entre os Estados Unidos o Irão levará ao renascimento do acordo nuclear internacional, o que abriria a porta a mais exportações de petróleo por parte desse produtor.

Na sessão desta terça-feira, destaque ainda para a Pfizer, cujos títulos perderam 2,84% para 51,70 dólares, depois desta farmacêutica ter anunciado que as vendas do ano passado ficaram abaixo das estimativas.

Já as ações da Amgen dispararam 7,82% para 241,01 dólares, com os investidores a reagirem positivamente aos números trimestrais apresentados por esta farmacêutica.

Acima da linha de água, as ações da Peloton saltaram 25,28% para 37,27 dólares, apesar da revisão em baixa das estimativas de receitas e um dia depois de terem sido publicadas notícias de que tanto a Amazon como a Nike podem estar interessadas em comprar esta fabricante de equipamentos de exercício físico.

Os investidores estiveram, além disso, expectantes quanto aos dados da inflação, que deverão ser conhecidos esta quinta-feira e poderão influenciar a decisão da Fed quanto à política monetária.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Wall Street valoriza com Microsoft e Apple a animarem mercados

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião