Hoje nas notícias: professores, siemens e SNS
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
O vice-presidente do PSD admite que o diploma para devolução do tempo de serviço congelado aos professores possa ser apresentado na Assembleia da República antes do Orçamento do Estado para 2025. A Siemens Portugal está a trabalhar para trazer mais dois hubs para Portugal e uma nova análise revela que o número de profissionais no SNS cresceu, mas não de forma homogénea, sendo ainda precisos quase 30 mil profissionais para colmatar as falhas. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.
PSD admite discutir devolução do tempo de serviço a professores antes do OE2025
O vice-presidente do PSD admite que o diploma para devolução do tempo de serviço congelado aos professores possa ser apresentado na Assembleia da República antes do Orçamento do Estado para 2025. Miguel Pinto Luz, no entanto, não explica se para isso é necessário fazer um Orçamento Retificativo para acomodar mais despesa. “Temos de ver as folgas, temos de ver os dividendos da CGD, temos de ver que cativações é que lá estão. Só saberemos depois de chegar ao Governo”, disse.
Leia a notícia completa na Renascença (acesso livre)
Siemens Portugal quer agarrar mais dois hubs
A Siemens deve contar em breve com um novo centro de competências no país, segundo o presidente executivo da Siemens Portugal, Fernando Silva, sendo que a filial da gigante alemã está também em processo para tentar trazer um outro. O que deve estar para breve está relacionado com armazenamento de energia e microrredes, sendo que o outro, em conjunto com algumas áreas em Espanha, passa por um novo centro de competências de tecnologia, nomeadamente na área da sustentabilidade, da digitalização, para um setor específico. Para Fernando Silva as suspeitas de corrupção que têm surgido não ajudam a trazer investimentos futuros.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)
Ainda são precisos quase 30 mil profissionais no SNS, apesar do crescimento
O número de profissionais no SNS cresceu de 2010 a 2023, mas este crescimento não foi homogéneo, com a ARS de Lisboa e Vale do Tejo a ser a mais carenciada. A conclusão é de uma análise feita pelo organismo do Estado PlanAPP (Centro de Competências de Planeamento, de Políticas e de Prospetiva da Administração Pública), segundo a qual o SNS tinha 151.851 profissionais em junho de 2023, contra 121.894 em 2010. Segundo o estudo, seriam precisos ainda mais 29.443 profissionais para colmatar todas as falhas e harmonizar as desigualdades territoriais no país, onde 17.061 seriam para os hospitais e 12.382 para os centros de saúde.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre)
Banca cobra juros mais altos nas renegociações do que no novo crédito
O juro médio dos novos contratos de crédito à habitação diminuiu 0,18 pontos percentuais, fixando-se em 3,81% em janeiro, naquele que foi um recuo pelo terceiro mês consecutivo, num período marcado por um alívio das Euribor em antecipação do esperado corte do BCE. No entanto, a taxa de juro média dos contratos renegociados situou-se nos 4,39%, pelo que, em termos médios, o setor da banca está a cobrar mais a quem está a renegociar os seus créditos do que aqueles que estão a contratar novos financiamentos. O Banco de Portugal não consegue avançar com uma explicação para esta diferença.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)
“Sancionar agentes económicos não chega para garantir direitos dos consumidores”
Chegado há seis meses à Direção-Geral do Consumidor (DGC), Pedro Portugal Gaspar, defende a possibilidade de as associações de defesa do consumidor começarem a ter legitimidade processual para intentarem ações em tribunal em nome dos consumidores. Até porque sancionar os agentes económicos não chega para garantir os direitos dos consumidores, uma vez que “o agente paga uma coima, mas o consumidor não é ressarcido”. Além de outros temas, Pedro Portugal Gaspar define duas linhas principais de atuação imediata, que passam pelo ressarcimento dos consumidores (e aqui chamar à atenção para a importância das ações coletivas) e a fiscalização das novas formas de publicidade, como a que é feita pelos chamados influenciadores digitais.
Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)
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