Hoje nas notícias: banca, alta velocidade e incêndios
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Os bancos nacionais estão entre os menos capazes de converter os depósitos dos clientes em empréstimos à economia na Zona Euro. Desde 2021, a IP contratou 33 estudos para as diferentes linhas do projeto da alta velocidade ferroviária, que lhe custaram, ao todo, oito milhões de euros. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.
Banca portuguesa é das que têm menos incentivos para subir juros nos depósitos
Os bancos em Portugal continuam a estar entre os que têm menos incentivos para subir os juros que oferecem nos depósitos face aos concorrentes da Zona Euro. O peso dos fundos (como depósitos) de que dispõem é tanto que facilmente estes são cobertos pelos ativos de elevada qualidade que têm em carteira, caso entrem em situações de pressão. Segundo as estatísticas mais recentes do Banco Central Europeu (BCE), a banca portuguesa tem o terceiro menor rácio de transformação de depósitos em crédito da região, apenas atrás da Lituânia e da Grécia, no fim do primeiro trimestre do ano. Este rácio compara o volume de depósitos com os empréstimos à economia que, entre janeiro e março, ficou em 64% — ou seja, para cada 10 euros aplicados em depósitos, apenas 6,4 euros foram concedidos sob a forma de empréstimos pelos três grandes bancos incorporados nos dados do BCE (CGD, BCP e Novobanco).
Leia a notícia completa no Público (acesso pago)
Estudos de alta velocidade já custaram 8 milhões à IP
A Infraestruturas de Portugal (IP) já gastou quase 8 milhões de euros na contratação dos 33 estudos para o projeto da alta velocidade ferroviária (a grande maioria por ajuste direto), desde que este foi relançado pelo Governo de António Costa para as linhas Lisboa-Porto e Porto-Vigo, e acrescentado pelo atual Executivo para o Lisboa-Madrid. Os contratos dizem respeito a estudos prévios, de impacto ambiental, para prospeção geotécnica ou planos de urbanização, entre outros, como os relacionados com consultoria jurídica ou de avaliação dos impactos no turismo, para os diferentes troços das futuras linhas. O contrato com o valor mais elevado foi adjudicado no ano passado para a prospeção geotécnica complementar do troço Soure-Carregado, por 498 mil euros.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)
Execução da despesa na prevenção de fogos ficou 26% abaixo do previsto e no combate 23%
Entre 2020 e 2024, a despesa executada no Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) totalizou 2.427 milhões de euros, 25% abaixo (menos 808 milhões) do previsto, que estava estimado em 3.235 milhões de euros, no Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais (PNGIFR) e no Programa Nacional de Ação (PNA). Neste período, as medidas de prevenção atingiram 57% do total do orçamento, menos 26% do que o previsto, e as do combate alcançaram 43% do total, 23% abaixo da meta. A conclusão consta do relatório de execução da despesa do SGIFR, num “ponto de situação” publicado no website da Agência para a Gestão Integrada dos Incêndios Rurais (AGIF), entidade que coordena este Plano.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)
Mega-incêndios em Portugal aconteceram sobretudo em três anos e têm como principal causa o fogo posto
O ano de 2025 já é o quarto pior no que toca a área ardida desde o início deste século. Só em agosto, além de ter ocorrido o maior incêndio até agora em Portugal — o de Arganil, com mais de 64 mil hectares ardidos –, o mês fica ainda marcado pela ocorrência do terceiro maior fogo de sempre — o de Trancoso, no distrito da Guarda –, com uma área ardida estimada de 49.324 hectares, segundo dados ainda provisórios do relatório de 23 de agosto do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Desde 2000, Portugal continental sofreu 37 super-incêndios com mais de 10 mil metros quadrados de área ardida. Durante a década de 2011 e 2020, em particular, foram registados 17 grandes fogos, dos quais em oito o incendiarismo (fogo posto) é a causa apontada.
Leia a notícia completa no Observador (acesso pago)
Prisões estão a funcionar com cerca de dois mil guardas a menos
Segundo a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), o mapa de pessoal das prisões previa 5.407 guardas, mas só contava com 3.966 efetivos. Acresce que, todos os dias, 14% a 17% dos guardas faltam por motivos de saúde. Isto significa que, num dia comum, há menos dois mil guardas ao serviço do que o previsto, com a situação a agravar-se no Natal e nos meses de verão. Além das folgas, há as férias a que cada um tem direito. Esta escassez de pessoal resulta numa constante sobrecarga de trabalho. “De há dois anos para cá, qualquer profissional trabalha mais de 180 horas [mensais], com permanente supressão de folgas e imprevisibilidade de términos da jornada laboral”, disse Hermínio Barradas, presidente da Associação Sindical das Chefias do Corpo da Guarda Prisional.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago)
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Hoje nas notícias: banca, alta velocidade e incêndios
{{ noCommentsLabel }}