Hoje nas notícias: EDP, leis laborais, Influencer e turismo
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Parte das ações da EDP vendidas pelo fundo de pensões do Canadá ficou nas mãos de um dos maiores acionistas, o fundo soberano da Noruega. Os candidatos presidenciais com mais hipóteses de vencerem na segunda volta das eleições admitem vetar reforma do Governo à lei laboral. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.
Norges Bank aproveita saída de canadianos para reforçar na EDP
Num momento de desvalorização das ações, o fundo de pensões do Canadá — que era o quinto maior acionista da EDP — vendeu a participação de 5,44% que detinha na elétrica portuguesa. O Norges Bank aproveitou esta venda para reforçar a sua participação (que era de 5,63% no final de 2024) na empresa liderada por Miguel Stilwell d’Andrade, enquanto outros fundos com estratégias mais de curto prazo compraram os restantes títulos que estavam nas mãos dos canadianos. A venda de 218,5 milhões de ações foi feita a um preço de 3,729 euros por ação.
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Leis laborais não passam em Belém sem acordo da UGT
Marcelo Rebelo de Sousa prevê que, entre a discussão com os parceiros sociais e a negociação com os partidos, a revisão da legislação laboral “só será discutida no Parlamento no final deste ano ou, provavelmente, só no ano que vem”, o que significa que antecipa que deverá ser uma questão que ficará nas mãos do seu sucessor. Ora, para Henrique Gouveia e Melo e Luís Marques Mendes, os candidatos presidenciais com mais hipóteses de vitória numa segunda volta, sem acordo com os sindicatos dos trabalhadores (pelo menos a UGT), a reforma fica coxa e dificilmente recebe ‘luz verde’ em Belém. Mesmo António José Seguro faz depender a promulgação do “bom senso” do Parlamento e, sobretudo, dos “resultados” da concertação social, que considera “indispensáveis”. Só André Ventura diverge e até admite negociar estas alterações com o Governo.
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Influencer. Ministério Público quer mais dois anos para investigar
A investigação da Operação Influencer poderá terminar apenas em 2027, segundo a previsão adiantada em junho pelos procuradores do processo, em resposta a pedidos de aceleração da investigação feitos por alguns arguidos. No dia 7 de novembro, dois anos após as buscas que levaram à queda do Governo de António Costa, o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, disse que “existe um recurso interposto pelos arguidos relativamente ao correio eletrónico”, estando o Ministério Público dependente “do recurso no Tribunal da Relação, que está a ser apreciado”. Contudo, esta informação foi desmentida por este tribunal e Amadeu Guerra disse que não sabia do desfecho do recurso da Relação.
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Pressão turística bateu novo máximo em Lisboa e no Porto
O indicador de densidade turística no município de Lisboa subiu 3,8%, para os 431,1 pontos, em 2024, ano em que recebeu 6,7 milhões de hóspedes (mais 4,6%), dos quais 5,5 milhões foram não-residentes (mais 5,5%). No Porto, a subida deste indicador foi ainda maior, de 7%, para os 415,3 pontos, sendo que, ao longo do ano passado, recebeu 2,9 milhões de hóspedes (7,6% acima do ano anterior) e 6,3 milhões de dormidas (mais 6,9%). Estes dados, disponibilizados pelo Turismo de Portugal e que representam um recorde em ambos os concelhos, comparam com uma média nacional de 2,38 pontos em 2024, mais 3,9% em termos homólogos.
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Turismo de Portugal quer comprar Pousadas ao Pestana
O Governo quer comprar, através do Turismo de Portugal, os 49% da posição detida pelo Grupo Pestana no capital da Empresa Nacional de Turismo (Enatur), que tinha sido alienada em 2003, pelo Executivo da altura, por acumular prejuízos durante mais de uma década. O objetivo é que a Enatur volte a ser 100% propriedade do Estado no próximo ano, aproveitando o termo, a 31 de dezembro de 2026, da concessão da rede de Pousadas de Portugal, que deve ser posta a concurso público.
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