Hoje nas notícias: Construção, rendas e estrangeiros
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Metade dos CEO de empresas de construção que responderam ao Barómetro da Indústria da Construção 2025 “discorda claramente das políticas públicas de habitação”, segundo o inquérito criado pela Fundação Mestre Casais, em parceria com a AICCOPN. A PSP e a GNR realizaram quatro vezes mais ações de fiscalização a imigrantes no ano passado face a 2024. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.
Metade dos CEO da construção “chumba” políticas de habitação
Metade dos 40 líderes de empresas detentoras de alvarás das classes mais altas que responderam ao Barómetro da Indústria da Construção 2025 “discordam claramente das políticas públicas de habitação”, segundo conclui o inquérito criado pela Fundação Mestre Casais, em parceria com a AICCOPN. No entender destes responsáveis, as atuais políticas para a habitação “não são adequadas para, nos próximos dois anos, dinamizar o mercado e o crescimento” do setor. A confiança destes empresários na economia nacional continua em terreno positivo, mas caiu de 6,60 em 2024 para 6,35 em 2025, numa escala de 0 a 10. Além disso, apenas 43% concordam que o investimento público em infraestruturas esperado para os próximos cinco anos é adequado para apoiar o seu crescimento.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Cidadãos estrangeiros fiscalizados pelas polícias mais do que duplicam em 2025
Depois de, em 2024, terem sido realizadas em todo o país 1.781 ações de fiscalização da PSP e da GNR para controlo da permanência de cidadãos estrangeiros, este número foi multiplicado por quatro em 2025, em que se contabilizaram 7.300 operações da PSP e da GNR, segundo os dados das duas forças policiais. Estes números refletem a aquisição de competências por parte dos militares da GNR e dos agentes da PSP, a formação e especialização na área da imigração e a criação de núcleos de controlo de estrangeiros da PSP em cada um dos seus 20 comandos territoriais.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Demora do Governo deixa administradores a receber mais na CMVM e na AdC
Uma avaliação do Tribunal de Contas veio revelar que a demora dos governos em substituir administradores das autoridades de regulação e supervisão no final dos respetivos mandatos teve um impacto nas contas públicas, porque, pelo meio, mudou a legislação e mudou a forma de definir salários. Por exemplo, a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), aquando da demora nas substituições, em 2017, de três membros da administração (presidente, vice-presidente e vogal), os sucessores ganhariam menos se tivessem sido logo substituídos, mas o prazo extra em que permaneceram em funções custou 562 mil euros. Neste momento, esta demora ocorre, pelo menos, com um vogal da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e outro da Autoridade de Concorrência (AdC). Há pelo menos um ano que a CMVM podia estar a poupar num dos salários que paga na administração, e a AdC há quase meio ano, segundo a lógica que o Tribunal de Contas utilizou para analisar o impacto na ASF.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Subida das rendas em 2025 mais do que duplicou valor da atualização
As rendas das casas por metro quadrado registaram em Portugal uma variação média anual de 5,3% em 2025 (7% em 2024), mais do que duplicando o coeficiente do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicado em Diário da República em outubro de 2024, que apontava para um aumento de 2,16%. Além disso, ficou também acima dos 2,3% da taxa de inflação do país. “É evidente que as rendas dos novos contratos estão muito acima do valor das rendas dos contratos que foram celebrados há mais tempo. O proprietário tem o direito de subir as rendas ao nível da inflação. Na prática, a parte que tem mais pressão aceita acomodar uma diferença no valor de maneira a ir de encontro àquilo que é a prática nos novos contratos”, afirma Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).
Concurso extraordinário coloca apenas 395 novos professores
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação anunciou 1.800 vagas para educadores de infância e professores do ensino básico e secundário nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve. As listas de colocações deste novo concurso externo extraordinário, conhecidas esta semana, ditaram a ocupação de 1.639 vagas (91%), segundo a tutela. No entanto, a Fenprof contraria o número avançado pelo ministério de Fernando Alexandre. “Das 1.639 vinculações realizadas, cerca de 75,9% correspondiam a docentes que se encontravam a lecionar à data da candidatura”, o que significa que, na verdade, só ingressaram 395 novos professores no âmbito deste concurso extraordinário, de acordo com um comunicado divulgado no site da plataforma sindical.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Hoje nas notícias: Construção, rendas e estrangeiros
{{ noCommentsLabel }}