Hoje nas notícias: IMT, linha violeta e sondagem
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
A cobrança do IMT ultrapassou, no último ano, os 2 mil milhões de euros pela primeira vez, quase quadruplicando o valor da receita de há dez anos. Um quarto dos apoiantes de João Cotrim de Figueiredo (25,8%) vai votar branco ou nulo na segunda volta das eleições presidenciais, segundo a sondagem diária da Pitagórica. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.
Venda de casas quadruplica receita de IMT numa década
Em 2025, a receita do Imposto Municipal sobre Transações Onerosas (IMT) foi de 2.161 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre e que representa um aumento de 271% face a 2015, quando a cobrança do IMT era de 583 milhões de euros. Isto significa que, no espaço de uma década, a receita deste imposto quase quadruplicou. Se se comparar com o ano de 2024, a receita do IMT cresceu 25%, um ritmo substancialmente mais elevado do que nos dois anos anteriores, quando o aumento se ficou por 1%. A receita deste imposto, que incide sobre as transações imobiliárias, tem vindo a ganhar peso enquanto fonte de receitas das autarquias.
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Contratos de 36 mil milhões na China travam linha violeta
Depois de, em novembro passado, ter iniciado uma investigação aprofundada ao concurso da linha Violeta do Metro de Lisboa, a Comissão Europeia veio agora dizer que foram apurados três indícios da presença de subvenções estrangeiras, que considera serem provas “suficientes” de que a Portugal CRRC — fornecedora de material circulante do consórcio da Mota-Engil — “beneficiou indiretamente”. De acordo com Bruxelas, houve fornecimento de bens e serviços sob a forma de contratos públicos, adjudicados à casa-mãe, a CRRC Tangshan, na China, “com um valor potencialmente superior a 36 mil milhões de euros nos três anos anteriores à notificação”, e diz que “não é possível confirmar que estes contratos públicos foram adjudicados na sequência de procedimentos de concurso concorrenciais, transparentes e não discriminatórios”. Por esta razão, conclui, “não se pode excluir que estes tenham conferido uma vantagem específica direta à CRRC e uma vantagem específica indireta à Portugal CRRC”.
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Sondagem: Um quarto dos apoiantes de Cotrim de Figueiredo vota em branco na segunda volta
Um quarto dos apoiantes de João Cotrim de Figueiredo (25,8%) vai votar branco ou nulo na segunda volta das eleições presidenciais e 17,5% continuam indecisos no nome que querem como próximo Presidente da República, de acordo com a sondagem diária da Pitagórica para o Jornal de Notícias, a TSF, a TVI e a CNN Portugal. Se as eleições fossem este domingo, dia de voto antecipado em mobilidade, António José Seguro ganharia a corrida a Belém (56,2%), com uma vantagem de 27,8 pontos percentuais face a André Ventura (28,4%). Apesar da vantagem, o candidato apoiado pelo PS continua a cair na sondagem da Pitagórica pelo quinto dia consecutivo: são menos 4,7 pontos percentuais desde o primeiro dia do trabalho de campo.
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Têxtil, vestuário e calçado criticam acordo com Índia
Apesar de ter sido bem recebido pela Comissão Europeia e o Governo português, o acordo comercial da União Europeia (UE) com a Índia, anunciado na semana passada, está a ser criticado pelos principais dirigentes empresariais da indústria da moda. No sei entender, o acordo privilegia indústrias fortes na Alemanha, França e Itália (automóveis, aeronáutica, medicamentos), mas não defende o têxtil, o vestuário e o calçado, seja em Portugal ou no resto do espaço comunitário. “Não tenho dúvidas que, perante o que diz este acordo, a Índia terá mais acesso ao mercado europeu do que o contrário. Considero que é um acordo perigoso, que pode abalar a estrutura do setor”, aponta o presidente da Associação Têxtil de Portugal (ATP), Ricardo Silva.
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Estado coloca à venda casa de luxo por oito milhões de euros
O Gabinete de Administração de Bens (GAB), que faz a gestão dos imóveis apreendidos pela Justiça, colocou em leilão uma moradia T7, na Quinta da Marinha, em Cascais. A casa será de Gilbert Ondongo, antigo ministro das Finanças do Congo, acusado de branqueamento de capitais no processo ‘Rota do Atlântico’, que também tem como arguidos os empresários José Veiga e Paulo Santana. Com uma área de 4.480 metros quadrados, a propriedade está avaliada em 8,3 milhões de euros, preço-base da venda. O prazo para licitar, através do site e-leiloes.pt, termina no dia 11 de fevereiro.
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