Hoje nas notícias: construtoras, fundo de catástrofes e painéis solares

  • ECO
  • 3 Fevereiro 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Empresas de construção civil de Leiria dizem que não há capacidade para chegar a todas as solicitações para reconstruir casas danificadas, perante a falta de mão-de-obra e a escassez de materiais, que já existiam antes das tempestades dos últimos dias e que agora só se agravaram ainda mais. É neste âmbito que o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) apela ao Governo para que decida sobre a criação de um Fundo de Catástrofes e a obrigatoriedade de seguros. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

Construtoras de Leiria reconhecem “falta de capacidade” de resposta para reconstruir casas

Empresários da construção civil de Leiria, a região mais afetada pela tempestade dos últimos dias, assumem que não há capacidade na zona para a reconstrução das habitações danificadas. “Em Leiria, já não havia capacidade para as obras que estão em curso. Nessas já havia falta de mão-de-obra. Neste momento, temos um problema acrescido”, resume o engenheiro Hélder Gonçalves, CEO da Bilt, empresa de construção civil e arquitetura de Leiria, antevendo que “isto pode levar mais de um ano”. O mesmo diz Lino Pereira, dono da Ergliz, que afirma que a falta de mão-de-obra é crónica e que agora se vai agravar. Este empresário pede ao Governo para “adiar as obras do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] que não são urgentes para libertar as empresas” e que estas “não sejam penalizadas” por adiar a entrega das obras e assim se possam concentrar nas urgências que têm em mãos.

Leia a notícia completa na Renascença (acesso livre)

“É preciso um Fundo de Catástrofes e seguro obrigatório para enfrentar fenómenos extremos”

As seguradoras querem fazer 80% das peritagens no prazo máximo de 15 dias após a participação do sinistro e, nos casos mais simples, já estão mesmo a pagar indemnizações relacionadas com a depressão Kristin. Contudo, uma grande parte dos danos sofridos não está coberto por seguros, segundo assume o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), João Galamba de Oliveira. Por isso, defende duas medidas: em primeiro lugar, o “alargamento da obrigatoriedade de seguro — que não apenas o incêndio das habitações em propriedade horizontal”, de modo a cobrir o risco climático, como por exemplo a cobertura de edifícios; e, por outro lado, a criação do Fundo de Catástrofes, pois “seria um fator de maior proteção das pessoas e aumento da resiliência do país face a estas catástrofes e um fator essencial para garantir a acessibilidade ao seguro a preços comportáveis”.

Leia a notícia completa no Dinheiro Vivo (acesso pago)

Painéis solares apoiados por vouchers vão ter baterias

Os painéis solares que venham a ser apoiados através de vouchers deverão integrar baterias, no âmbito da aposta na mini-geração fotovoltaica como instrumento de reforço da autonomia energética das famílias, segundo revelou a ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho. Segundo a governante, o Executivo está a olhar para painéis de pequena escala associados a baterias, destinados a residências, moradias e apartamentos, com o objetivo de garantir algum nível de autonomia em situações de interrupção da rede, sobretudo em zonas mais vulneráveis ou isoladas.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso indisponível)

PSD quer táxis a fazer de TVDE e avaliação de passageiros

O grupo parlamentar do PSD apresentou um projeto de lei que visa alterar a atual legislação dos TVDE (transporte individual remunerado de passageiros em veículos descaracterizados), em que se inclui a permissão para que “veículos registados como táxi estejam habilitados a registo simultâneo em TVDE”. A proposta é justificada pelos sociais-democratas com o novo regime jurídico do transporte em táxi, o qual “estabeleceu alguma equiparação aos TVDE, ao permitir a disponibilização do serviço através de plataforma eletrónica com a indicação da estimativa do preço”. Ao mesmo tempo, acrescenta, a atual lei “já estipula que um condutor com habilitação para motorista de táxi esteja habilitado para TVDE”.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Convergência tira quase 30% nas reformas da GNR

A Caixa Geral de Aposentações (CGA) vai alterar o cálculo das reformas dos militares da GNR, reduzindo o valor de 90% do último ordenado para um montante entre 60% a 70% da média da carreira contributiva. A medida está a provocar indignação entre os militares, que em alguns casos perdem mais de 700 euros por mês face ao que esperavam receber até agora. A principal diferença está no momento de entrada na CGA: os inscritos anteriores a 31 de agosto de 1993 terão uma reforma equivalente a 90% do último vencimento, enquanto quem entrou depois está sujeito a um cálculo complexo, mas que fica pouco acima dos 60%. “É uma traição a toda a dignidade da função militar”, acusa o tenente-coronel Tiago Silva, presidente da Associação Nacional de Oficiais da Guarda.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

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