Preço do cabaz alimentar sobe para valor mais elevado em quatro anos
Consumidores gastavam menos 4,07 euros há uma semana e há quatro anos era possível comprar os mesmos produtos do cabaz monitorizado pela Deco Proteste por menos 65,39 euros.
O preço do cabaz alimentar atingiu esta semana 253,09 euros, o valor mais elevado há quatro anos, quando era possível comprar os mesmos produtos por menos 65,39 euros, de acordo com uma análise da Deco Proteste divulgada esta sexta-feira.
Em comunicado, a Deco Proteste detalha que para comprar o mesmo cabaz que monitoriza, composto por 63 produtos, há uma semana os consumidores gastavam menos 4,07 euros, há um ano menos 11,69 euros, enquanto há quatro anos “era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 65,39 euros”.
Entre os produtos cujo preço mais aumentou percentualmente na última semana, entre 28 de janeiro e 4 de fevereiro, destacam-se os cereais de fibra (16% para 4,50 euros), os cereais integrais (14% para 4,31 euros) e os flocos de cereais (10% para 2,36 euros).
Quando comparado com o mesmo período do ano passado, a maior subida verificou-se em produtos como a curgete (33%, custando atualmente 2,85 euros), no novilho para cozer (32%, situando-se atualmente nos 13,51 euros/kg) e nos ovos (31%, o que se reflete num custo de 2,12 euros).
A Deco Proteste destaca que desde que iniciou esta análise, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (132%), dos ovos (86%) e da polpa de tomate (71%). “Estes três alimentos custavam há quatro anos 13,51 euros/kg, 2,12 euros e 1,47 euros/kg, respetivamente”, assinala.
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