Hoje nas notícias: criptomoedas, oficinas e faculdades

  • ECO
  • 11 Fevereiro 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A plataforma de negociação do Novobanco dispõe, a partir desta semana, de produtos com criptomoedas como ativos subjacentes. Há 87 mil automóveis em utilização que apresentam deficiências identificadas pelas fabricantes cujos proprietários desconhecem e que, embora tenham sido alvo de ações de “recall”, nunca foram às oficinas para serem reparados. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.

Novobanco é o primeiro grande banco português a pôr um pé nas criptomoedas

O Novobanco entrou no negócio das criptomoedas, ainda que não diretamente. A plataforma de negociação da instituição comprada no ano passado pelos franceses do BPCE, denominada Trading Pro, passou a disponibilizar instrumentos que replicam a evolução destes produtos: da mesma forma que permite aplicações em ações e em fundos que refletem a evolução de ações e de índices bolsistas, os seus clientes também vão poder investir em produtos que evoluem ao sabor dos ativos digitais. Porém, não há qualquer garantia para compensar eventuais perdas nestas aplicações, pelo que há risco de perda de todo o dinheiro investido. Na prática, não está em causa a aplicação direta em criptomoedas, mas sim em instrumentos que beneficiam das suas características e evoluções

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

87 mil carros falham chamada às oficinas

Entre os mais de seis milhões de veículos a circular na estrada em Portugal, a ACAP identificou 87 mil que foram chamados pelas marcas às oficinas para correção de falhas imputáveis a quem os produziu, mas que nunca foram reparados. Isso explica-se, muitas vezes, por impossibilidade de contacto com o proprietário – feito, normalmente, por carta registada para a morada que consta na Conservatória do Registo Automóvel. “Portugal tem uma das taxas mais baixas de operações de recall”, alerta Helder Pedro, secretário-geral da associação automóvel. Mas agora, através de uma plataforma criada pela ACAP, inserindo a matrícula ou o VIN (Número de Identificação do Veículo), os condutores podem “verificar, de forma simples e gratuita, se o seu veículo está abrangido por uma ação de chamada (recall) promovida pelos fabricantes, por motivos de segurança”.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Faculdades da Nova obrigadas a ter nome em português

O reitor da Universidade Nova de Lisboa (UNL), Paulo Pereira, decidiu, no final de janeiro, que as faculdades da UNL têm de voltar às designações oficiais em português, ou então juntar as versões em português e em inglês. Significa isto que, no espaço de três meses, a Nova SBE, a Nova School of Law e a Nova IMS terão de mudar os seus nomes. Porém, o professor catedrático Pedro Santa Clara considera que a Nova School of Business and Economics deve saber ler os sinais da decisão do novo reitor e sair da Universidade Nova de Lisboa. “É um ato hostil contra a Nova SBE, um sinal de que não é desejada dentro da Universidade. Deveria tornar-se uma escola independente”, reage, indignado, o docente que durante seis anos liderou o projeto do novo campus e a grande expansão e internacionalização da Escola, onde não tem atualmente nenhum cargo dirigente.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

Enfermeiro sem currículo nomeado para coordenar Estrutura de Missão das energias renováveis

Fábio José Alves Teixeira, que concluiu uma licenciatura em Enfermagem em 2018 e trabalhou no gabinete da atual ministra da Cultura e ex-ministra da Juventude, Margarida Balseiro Lopes, entre outubro de 2024 e 2 de novembro de 2025, foi contratado para ser coordenador na Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 (EMER 2030). Nesta entidade, tutelada pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e para a qual foi nomeado no passado dia 2 de fevereiro, vai ganhar cerca de 3.700 euros brutos por mês. Segundo a nota curricular indicada no despacho de nomeação, Fábio Teixeira não tem experiência profissional, nem habilitações académicas, nem formação profissional no setor das energias renováveis.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

PS e Chega querem Seguro já envolvido na sucessão das Forças Armadas

Nos próximos dias, o Governo terá de propor ao Presidente da República o nome do próximo Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas e do Chefe de Estado-Maior do Exército. É possível um regresso da Força Aérea ao topo da pirâmide, mas a decisão ainda não foi anunciada. O Chega e o PS, porém, querem António José Seguro já envolvido no processo de sucessão.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso indisponível).

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