Um negócio mal explicadopremium
Sem demonstrar as vantagens para o país, e não chega nem de perto nem de longe o visto do Tribunal de Contas, o negócio da REN só se explica por razões que ninguém consegue explicar.
Quanto mais o Governo comunica sobre o negócio da REN, menos se sabe, porque falar muito não significa falar bem. Depois do anunciado fundo soberano num congresso partidário, sobre o qual nada se sabe, o Governo decidiu comprar ações da REN a um investidor espanhol em nome de uma denominada autonomia estratégica de Portugal. Afinal, agora, sabe-se, o mesmo Governo que defende a autonomia de Portugal escreve em comunicado que considera muito positivo ter uma empresa estatal dessa democracia que se chama China a mandar na REN.
Ainda ninguém percebeu as verdadeiras razões que levaram Luís Montenegro a seguir uma estratégia que poderia ser subscrita por Pedro Nuno Santos, e isso quer dizer alguma coisa. As razões soam a…
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