Banco de Portugal: Pode ser “prematuro” apertar o cerco às moedas virtuais

As criptomoedas estão na moda e, só último ano, a bitcoin multiplicou por 11 o seu valor. Mas 2018 promete ser de desafios. Acompanhe a conferência do ECO em direto.

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Revista de imprensa internacional

May diz que cidadãos que cheguem após o Brexit não devem ter os mesmos direitos. Campanha de reeleição de Trump gastou 22 milhões. Utilizadores perdem menos tempo no Facebook.

Em campo britânico, Theresa May causa polémica ao defender que os cidadãos que se mudam para o Reino Unido após o Brexit não devem ter os mesmos direitos que aqueles que já lá estão. Nos Estado Unidos, Trump gastou 22 milhões de dólares na sua campanha de reeleição. Nas redes sociais, o Facebook vê os seus utilizadores a perderem menos tempo nas suas páginas. No Brasil, 53% dos brasileiros quer ver Lula preso. Por fim, aqui ao lado, em Espanha, a japonesa Uniqlo compete com a Inditex.

The Guardian

Cidadãos que cheguem ao Reino Unido após o Brexit não devem ter os mesmos direitos, diz May

A primeira-ministra britânica gerou polémica ao dizer que os cidadão da União Europeia que se mudem para o Reino Unido após o Brexit não devem ter os mesmos apoios que aqueles que já lá estavam antes. Bruxelas já tinha estabelecido um período de transição para os cidadãos até dezembro de 2020, incluindo a livre circulação e os mesmos direitos. Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês)

Reuters

Campanha de reeleição de Trump fechou 2017 com 22 milhões de dólares

A campanha de reeleição do presidente norte-americano terminou o ano de 2017 com 22 mil milhões de dólares gastos, em que 6,9 milhões vieram de contribuições. No último trimestre do ano foram gastos 2,8 milhões de dólares, sendo que 1,1 milhões foram gastos com honorários e outros 1,1 milhões em publicidade. Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

Financial Times

Facebook diz que utilizadores perdem menos tempo na rede social

A empresa de Mark Zuckerberg disse que os utilizadores gastaram milhões de horas a menos a navegar no Facebook nos últimos meses do ano passado. O tempo passado na rede social diminuiu cerca de 50 mil horas por dia no último trimestre, uma queda de cerca de 5%. Esta notícia levou a uma queda de 5% nas ações da empresa nas horas seguintes. Leia a notícia completa no Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

Folha de São Paulo

Pesquisa revela que 53% dos brasileiros quer a prisão de Lula da Silva

53% dos brasileiros considera que Lula deveria ser preso, de acordo com um estudo realizado pelo jornal. Da mesma maneira, 51% defende que o político deveria ser impedido de ir a eleições, mas 53% acredita que este irá disputar as eleições. Ainda assim, 56% acredita que Lula não será preso. Leia a notícia completa na Folha de São Paulo (acesso livre, conteúdo em português)

Expansión

Japonesa Uniqlo torna-se a maior rival do grupo Inditex

O grupo Inditex está a ser prejudicado pela marca H&M que fechou o ano de 2017 com uma redução de 13% nos lucros. Ao mesmo tempo, a japonesa Uniqlo dispara nas receitas, acabando por ultrapassar a Gap, ameçando, assim, o grupo Inditex com a disputa pelo segundo lugar no mercado têxtil mundial. Leia a notícia completa no Expansión (acesso livre, conteúdo em espanhol)

 

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Em preparação para o IPO, Farfetch investe no Médio Oriente

Joint-venture com um dos maiores distribuidores de luxo do Médio Oriente vem acelerar os rumores de um IPO ainda este ano. Farfetch prepara também abertura de escritório no Dubai.

José Neves, CEO da Farfetch, na inauguração do novo escritório de Lisboa, a 16 de maio de 2017.Paula Nunes/ECO

O mais recente passo da Farfetch em direção ao IPO está dado: o unicórnio fundado pelo português José Neves acaba de fechar uma joint-venture com o Chalhoub Group, um dos maiores distribuidores de moda e bens de luxo do Médio Oriente, e que ainda apresenta um grande potencial de crescimento no mercado do e-commerce.

A notícia é avançada esta quinta-feira pelo Business of Fashion (BoF), publicação de referência para o setor da moda, que adianta que a empresa deverá avançar com o IPO no outono deste ano. Em comunicado, a Farfetch anuncia também que se prepara para abrir o primeiro escritório no Dubai, ficando com uma presença local no top 10 dos mercados de luxo do mundo.

A parceria coloca a Farfetch, que tem escritórios no Porto e em Lisboa, como um dos players-chave no mercado de luxo, além de ser um ponto mais na estratégia da empresa na “ambição de negócio global”. “Por se tratar de um dos maiores mercados de luxo do mundo, o Médio Oriente é de extrema importância para a Farfetch”, disse José Neves sobre a joint-venture. “Temos presença na China e em Hong Kong, Japão, Rússia, América latina, Coreia e nos Estados Unidos — e o Médio Oriente era um grande gap na nossa estratégia. O plano é crescer no Médio Oriente, muito muito rápido”, acrescentou.

"O Médio Oriente, sendo um dos maiores mercados de luxo do mundo, é de uma importância estratégica para a Farfetch.”

José Neves

Fundador e CEO da Farfetch

O acordo com a Chalhoub passa pela criação imediata de um site em linguagem arábica, que deverá acontecer ainda no primeiro semestre desta ano, pela curadoria de produtos pensados para os consumidores locais e pelo alargamento da rede de fornecedores parceiros, com uma rede de retalhistas que incluirá as marcas do grupo, como a Level Shoes, Level Kids e Tryano, avança ainda o BoF.

Patrick Chalhoub, CEO do grupo com o mesmo nome, e José Neves, fundador e CEO da Farfetch.Farfetch

“Devido à nossa orientação para o cliente, queríamos trazer novas propostas para os nossos clientes ao mesmo tempo que acelerávamos a nossa jornada digital. A parceria com a Farfetch parece a escolha óbvia, uma vez que partilhamos os mesmos valores de excelência e espírito empreendedor, bem com a mesma paixão pela moda, pelo cliente, pela inovação, excelência no retalho e experiências memoráveis”, explica Patrick Chalhoub, CEO do grupo Chalhoub, citado em comunicado enviado pela Farfetch. “A Farfetch é pioneira no novo contexto da moda de luxo enquanto o Grupo Chalhoub foi pioneiro no retalho de luxo no Médio Oriente durante os últimos 62 anos. Portanto, este é o casamento perfeito entre dois grupos. Como primeira contribuição para o desenvolvimento da Farfetch na região, é com prazer que anunciamos que a Level Shoes, a Level Kids e a Tryano passarão a ser boutiques parceiras da Farfetch, que lhes trará, por sua vez, um alcance global”, acrescenta.

Este é o casamento perfeito entre dois grupos.

Patrick Chalhoub

CEO do grupo Chalhoub

Esta é a segunda vez que a Farfetch se associa a gigantes internacionais para levar a cabo parcerias estratégicas: em junho do ano passado, a empresa anunciou a joint-venture com a JD.com, o segundo maior player de e-commerce da China, para escalar as vendas nesse mercado. Como parte desse acordo, a JD.com investiu 397 milhões de dólares na Farfetch, investimento que valorizou a plataforma de luxo para mais de três mil milhões de dólares.

Notícia atualizada às 9h33 com mais informação.

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Vodafone Portugal regista melhor trimestre desde 2009

  • Lusa
  • 1 Fevereiro 2018

Empresa de Mário Vaz apresentou receitas de 236 milhões de euros no último trimestre de 2017, um aumento de 3,9%. Empresa garante "liderança no crescimento" do negócio de televisão por subscrição.

As receitas totais da Vodafone Portugal subiram 1,9% no terceiro trimestre terminado em dezembro, para 255 milhões de euros em termos homólogos, e as receitas de serviço cresceram 3,9%, anunciou esta quinta-feira a operadora.

Entre outubro e dezembro, as receitas de serviço atingiram 236 milhões de euros, “o que representa o valor absoluto mais elevado desde o terceiro trimestre do ano fiscal 2013/2014 e um acréscimo de 3,9% face ao período homólogo” do ano anterior, refere a operadora de telecomunicações liderada por Mário Vaz.

“Os resultados da Vodafone Portugal no terceiro trimestre do exercício fiscal 2017-2018, os melhores desde 2009, são impulsionados pela liderança no crescimento da televisão por subscrição há 16 trimestres consecutivos e pela obtenção dos maiores índices de satisfação dos clientes no setor das telecomunicações em estudos independentes, fruto da execução consistente de uma estratégia de enfoque no cliente, de investimento e de diversificação do negócio ao longo dos últimos anos”, justifica a Vodafone Portugal, no comunicado.

A operadora adianta que “o crescimento sustentado do negócio fixo”, nomeadamente no serviço de televisão paga, “de dois dígitos impulsiona o desempenho de um dos mais importantes indicadores de negócio”, salientando que é a empresa do setor “que está a captar mais assinantes, em termos líquidos, na televisão por subscrição desde o terceiro trimestre de 2013, completando assim quatro anos de liderança nesta oferta, de acordo com os dados divulgados pela Anacom [Autoridade Nacional de Comunicações], relativos a setembro”.

No terceiro trimestre fiscal, a base de clientes no negócio fixo subiu 12,9% em termos homólogos, ultrapassando os 644,4 mil.

No negócio móvel, a Vodafone Portugal sublinha o “acrescido peso dos clientes 4G [quarta geração móvel] que, no final do trimestre em análise, cresce 34,7% em termos anuais para 1,686 milhões”. O número total de clientes móveis da Vodafone Portugal ascende a 4,631 milhões, menos 3,1% do que um ano antes. “A utilização de dados móveis acelera 50%” em termos homólogos “no segmento móvel e a penetração de ‘smartphones’ representa 72,6% da base ativa de clientes” deste segmento, refere.

“O melhor resultado desde 2009 no crescimento das receitas de serviço indicam que continuamos a caminhar na direção correta. Estamos focados no nosso principal ativo, o cliente, que incentiva a nossa permanente reinvenção para ultrapassarmos sempre as suas expectativas, necessidades e interesses”, afirma o presidente executivo, Mário Vaz, citado no comunicado.

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Lisboa inicia o mês a ganhar e continua “festa” de janeiro

  • Juliana Nogueira Santos
  • 1 Fevereiro 2018

Depois de ter avançado 6% em janeiro, o principal índice nacional inicia o mês de fevereiro em terreno positivo. A estrela continua a ser o BCP.

Com a chegada do novo mês, o principal índice nacional continua a “festa” de janeiro. Ainda que nos primeiros momentos da sessão, o PSI-20 tivesse negociado abaixo da linha de água, rapidamente reverteu para ganhos com o impulso do BCP e das energéticas.

O primeiro mês do ano trouxe ganhos superiores a 6% à bolsa de Lisboa e o melhor janeiro desde 2015. Os principais contribuidores foram o BCP, que liderou os ganhos com uma impressionante subida de 19,30% desde o dia 1 de janeiro. Logo atrás surgem Sonae Capital e Sonae, com altas mensais de 16% e 14,6%, respetivamente.

Neste primeiro dia de fevereiro, o PSI-20 segue a valorizar 0,12% para 5.670,46 pontos impulsionado pelo avanço de 0,40% do banco liderado por Nuno Amado, que cota nos 32,34 cêntimos. “O BCP irá apresentar os seus resultados relativos ao 4º trimestre de 2017 no próximo dia 14 de fevereiro, sendo de esperar uma evolução positiva em termos de balanço e qualidade dos ativos”, apontam esta manhã os analistas do BPI.

PSI-20 continua a festa em fevereiro

O destaque positivo vai também para as energéticas, com a EDP a ganhar 0,46% para 2,86 euros, a EDP Renováveis a avançar 0,50% para 7,08 euros e a Galp Energia a valorizar 0,52% para 15,45 euros. Também a REN cresce 0,24% para 2,52 euros.

Ainda assim, a festa não é geral. O setor do retalho está a ser castigado, com a Jerónimo Martins a perder 0,17% para 17,12 euros e a Sonae a deslizar 0,39% para 1,28 euros. A telecom Nos também está a ter um início de sessão negativo, tendo já chegado a perder 3%. Segue, no entanto, a perder 1,91% para 5,39 euros.

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Altice vai alienar negócio de voz internacional da PT

  • ECO
  • 1 Fevereiro 2018

A Altice vai vender o negócio de voz internacional, tanto na empresa em si como nas suas subsidiárias com o mesmo negócio. Medida faz parte de uma estratégia para reduzir a dívida elevada.

A Altice vai alienar o negócio de voz internacional — uma parte do negócio de “wholesale”, sem incluir as restantes atividades, como roaming. Esta decisão vai abranger não só a empresa como outras subsidiárias com o mesmo negócio, como é o caso da PT. O negócio ainda não está concluído, mas faz parte de uma estratégia para reduzir a dívida elevada da Altice.

A informação foi adiantada pelo Jornal de Negócios (acesso pago), a quem uma fonte da empresa de telecomunicações adiantou que “o negócio de “wholesale” da Altice é composto por várias atividades, das quais apenas é intenção alienar o negócio de voz internacional, tanto em Portugal como nas outras subsidiárias da Altice que tenham este negócio“. Mais ainda, “todas as outras atividades — “wholesale” nacional, roaming, entre outras — não sofrerão alterações”.

Uma das subsidiárias em território nacional é a PT, detida pela empresa através da marca PT Wholesale: “A Altice tem várias linhas de negócio, entre elas negócios/contratos de ‘wholesale’. A intenção de alienação em causa apenas inclui contratos [base de clientes], não estando abrangida a rede de telecomunicações da Altice“, adianta o Negócios. De acordo com o jornal, “o processo de alienação em curso”.

Esta opção de alienação faz parte de uma estratégia da empresa para reforçar a liquidez, numa altura em que se levantaram dúvidas quanto à capacidade de pagar uma dívida de mais de 50 mil milhões de euros. Em causa, as várias operações de fusão e aquisição levadas a cabo pelo grupo de Patrick Drahi nos últimos anos, como foi o caso da Portugal Telecom e da proposta de compra da Media Capital, que ainda aguarda luz verde do regulador da concorrência.

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Banco de Portugal avança com medida para travar créditos às famílias

  • ECO
  • 1 Fevereiro 2018

O Banco de Portugal deverá avançar com uma medida macroprudencial face ao crédito, uma vez que o financiamento às famílias está nos níveis mais altos desde 2010.

Esta quinta-feira, o Banco de Portugal deverá avançar com uma nova medida macroprudencial no âmbito do crédito, tendo em conta os níveis elevados de financiamento às famílias, de acordo com a informação adiantada pelo Jornal de Negócios (acesso pago). A instituição já tinha alertado para esta possibilidade, caso os bancos facilitassem nos créditos concedidos.

“O Banco de Portugal pondera a adoção de medidas adicionais tendo em vista reforçar a avaliação da capacidade creditícia dos mutuários pelas instituições“, alertava a instituição liderada por Carlos Costa nos Relatórios de Estabilidade Financeira.

Esta medida macroprudencial tem como base os elevados níveis de financiamento concedidos às famílias, que registam os valores mais altos dos últimos sete anos. Entre janeiro e novembro do ano passado, de acordo com os dados do Banco de Portugal, foram concedidos 13.047 milhões de euros às famílias através de empréstimos.

Assim, o Negócios avança que uma das medidas macroprudenciais poderá ser pressionar os bancos para um aumento das taxas de juro, uma vez que as Euribor estão negativas há cerca de três anos, tendo já atingido mínimos.

No entanto, de acordo com os contratos futuros, a Euribor a três meses deverá começar a acelerar durante os próximos meses, alcançando valores positivos em setembro de 2019.

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Caixa volta a aumentar comissões e outras quatro notícias nos jornais do hoje

  • Juliana Nogueira Santos
  • 1 Fevereiro 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Um quarto aumento das comissões da Caixa Geral Depósitos e a venda do negócio de voz internacional da PT marcam o dia. Destaque ainda para as medidas de contenção ao crédito que o Banco de Portugal se prepara para implementar.

CGD volta a aumentar comissões

Está à vista o quarto aumento de comissões por parte da Caixa Geral de Depósitos. O preçário do banco estatal vai sofrer novas atualizações em abril, com o agravamento na requisição e pagamento de cheques, em maio, com o pagamento de um euro por levantamentos em dinheiro com a caderneta e os jovens (dos 26 aos 29 anos) a perderem a isenção da conta à ordem, e em junho com vários aumentos para as empresas. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Montante recebido por Rangel ascenderá às centenas de milhares

Sob investigação da Polícia Judiciária, o juiz Rui Rangel terá recebido luvas que ascenderão às centenas de milhares de euros, sendo que a proveniência desse dinheiro não tem qualquer justificação lícita. Os investigadores apreenderam já um montante significativo de dinheiro, escondido num apartamento do juiz, que tudo indica ter sido oferecido com o objetivo de influenciar decisões judiciais. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Capa do Público de 1 de fevereiro de 2018.Público

Novo CEO da TAP estende acordo da empresa para evitar greve

Antonoaldo Neves está disposto a rever a suspensão do Acordo de Empresas, rejeitado pela antiga administração em novembro do ano passado, para evitar uma greve já no Carnaval. A proposta do novo gestor passará por prolongar o acordo por mais 36 meses, algo que tanto a TAP como o sindicato de trabalhador veem com bons olhos. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre).

Altice vai vender parte do negócio internacional da PT

A Altice quer alienar o negócio de voz internacional que as suas subsidiárias detém, incluindo em Portugal. Por cá, está em cima da mesa a venda dos contratos que integram o segmento PT Wholesale, o que vai ser transversal a todos os mercados onde a Altice opera. Segundo fonte oficial da empresa, o negócio ainda não está fechado. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso condicionado).

Capa do Jornal de Negócios de 1 de fevereiro de 2018.Jornal de Negócios

Banco de Portugal quer conter corrida ao crédito

O alerta já tinha sido deixado pelo Banco de Portugal mas vai passar a ser realidade. Esta quinta-feira, o regulador da banca irá anunciar uma nova medida macroprudencial para o crédito, para conter o aumento dos pedidos de financiamento que estão já em máximos de sete anos. Uma das medidas pode passar por obrigar os bancos subir a taxa de juro no cálculo da taxa de esforço das famílias. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso condicionado).

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Sonae conclui fusão da Sport Zone com JD Sprinter e cria a maior empresa desportiva ibérica

Operação anunciada em setembro de 2017 ficou concluída depois da aprovação da Concorrência da Comissão Europeia.

A operação de fusão da Sport Zone com a JD Sprinter Holdings está concluída, anunciou esta manhã a Sonae em comunicado enviado à CMVM. De acordo com o anúncio, a operação terá ficado concluída esta quarta-feira, depois da sua aprovação por parte da Concorrência da Comissão Europeia.

“A Sonae vem pelo presente informar que, ontem, na sequência da aprovação por parte da Direção Geral da Concorrência da Comissão Europeia notificada no dia 18 de janeiro e da satisfação de outras condições precedentes, a sua subsidiária, Sonae MC Modelo Continente SGPS, S.A., concluiu com sucesso o acordo para a combinação da Sport Zone e JD Sprinter Holdings, anunciado ao mercado a 14 de setembro de 2017”, pode ler-se no comunicado ao mercado.

A fusão das duas empresas dá origem à maior empresa no mercado de artigos desportivos da Península Ibérica, uma vez que junta a empresa líder de retalho do setor no Reino Unido — com mais de 900 lojas — à cadeia de vestuário de produtos desportivos do grupo Sonae.

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Caixa volta a aumentar comissões e penaliza jovens a partir de maio

  • ECO
  • 1 Fevereiro 2018

Esta é a terceira vez que a Caixa penaliza clientes sob a liderança de Paulo Macedo, há um ano à frente do banco português.

A Caixa Geral de Depósitos prepara-se para voltar a aumentar as comissões, o que deverá penalizar os clientes mais jovens a partir de maio e, em junho, as empresas com operações no estrangeiro, escreve esta quinta-feira o Público [acesso condicionado].

De acordo com o jornal, esta é a terceira vez que o banco português agrava os custos para os clientes: a primeira foi em junho do ano passado (a aplicar em setembro), pouco tempo depois da entrada de Macedo à frente do banco e a segunda no início deste ano: os clientes que recorram ao levantamento do dinheiro ao balcão com a caderneta passam a pagar um euro.

Em maio do ano passado, Paulo Macedo — há um ano à frente da CGD — admitiu que o banco tinha de aumentar as comissões cobradas aos clientes em 100 milhões de euros num prazo de quatro anos mas que, para atingir esse montante, não seria necessária “nenhuma correria”.

Para esta sexta-feira está marcada a divulgação das contas do banco relativas a 2017 que, escreve o Público, deverão refletir o aumento das comissões (que chegaram aos 349,5 milhões de euros em 2016); no entanto, o grande impacto destes aumentos do último ano só deverão ter maior reflexo nas contas de 2018.

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5 coisas que vão marcar o dia

Balanço da dívida pública, resultados do Totta e debate quinzenal são alguns dos eventos que marcam a agenda nacional desta quinta-feira. Lá fora, atenção para resultados da Amazon, Alphabet e Apple.

A agenda desta quinta-feira é recheada de bastantes eventos, sobretudo a nível nacional. Em concreto, a divulgação dos números da dívida pública no final do ano passado, os resultados do Santander Totta, o debate quinzenal no Parlamento. Lá fora, o foco promete estar na divulgação de contas de três gigantes do setor tecnológico: Amazon, Alphabet e Apple.

Santander Totta revela contas de 2017

Após a divulgação das contas do Grupo Santander, esta quinta-feira será a vez de conhecer em mais detalhe o balanço da atividade do Santander Totta, em Portugal. Para já sabe-se que (sem o Banco Popular), o Santander Totta apresentou um crescimento de 10%, para 440 milhões de euros, dos resultados, com um crescimento do crédito e dos recursos próprios e redução nos custos e nas provisões para insolvências.

Dívida pública: objetivo cumprido?

O Banco de Portugal divulga os números relativos ao total da dívida pública em dezembro. Será assim possível saber com que nível de endividamento o país terminou em 2017, e se este vai ao encontro do previsto pelo Governo. Em termos absolutos, a meta definida pelo Governo aponta para uma dívida pública na ordem dos 242,9 mil milhões de euros, objetivo que em novembro já era cumprido. No Orçamento do Estado para 2018, o Governo inscreveu uma meta de 126,2% do PIB para a dívida pública em 2017.

António Costa no Parlamento. É dia de debate quinzenal

Esta quinta-feira há debate quinzenal no Parlamento. O primeiro-ministro, António Costa, será confrontado com questões dos deputados sobre a atuação do Governo, devendo alguns temas “quentes” não escapar à agenda de discussão. Nomeadamente, as investigações confirmadas pela Procuradoria-Geral da República ao ministro das Finanças, Mário Centeno, no âmbito de um eventual recebimento indevido de vantagem. De acordo com agendamento disponível no site do Parlamento, caberá ao CDS dar o pontapé de saída às intervenções. O debate arranca às 15h00.

BCE revela juros do crédito e dos depósitos

São divulgados os dados sobre as taxas de juro aplicadas na concessão de novos empréstimos e nas novas aplicações em depósitos relativas ao último mês do ano passado, em Portugal. Os números serão divulgados pelo Banco Central Europeu. No que respeita aos depósitos será possível saber se a respetiva remuneração se fixou em dezembro num novo mínimo histórico. No caso dos empréstimos, a tendência geral também tem sido decrescente.

Gigantes tecnológicos prestam contas

São três pesos pesados do setor tecnológico mundial e escolheram o mesmo dia para prestarem contas. Assim será com a Amazon, a Alphabet e a Apple que divulgam os números da sua atividade relativos ao último trimestre do ano passado. De acordo com a Bloomberg, as projeções apontam para que qualquer destas empresas apresente um crescimento das receitas na ordem dos dois dígitos, a refletir a força dos seus principais negócios de venda de gadgets, cloud computing, publicidade digital e vendas de retalho.

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Autoeuropa continua a negociar aumentos salariais

  • Marta Santos Silva
  • 1 Fevereiro 2018

A Comissão de Trabalhadores reúne hoje em plenário com os operários da fábrica de Palmela para fazer o ponto de situação das negociações com a administração, que ainda continuam.

Os trabalhadores da Autoeuropa conhecem esta quinta-feira o conteúdo das negociações entre a administração da empresa e os representantes dos operários, a Comissão de Trabalhadores liderada por Fernando Gonçalves, num plenário que decorre ao longo do dia de hoje.

A fábrica de Palmela é agora agitada por negociações de aumentos salariais. Esta semana, que foi a primeira com o novo horário (que inclui turnos noturnos e trabalho ao sábado) imposto pela empresa, a Comissão de Trabalhadores e a administração continuaram a debater, desta feita sobre os aumentos salariais. A Comissão de Trabalhadores, como explicou num comunicado enviado no domingo e citado pelo Jornal de Negócios, exige aumentos de 6,5% para este ano. A administração da fábrica da Volkswagen ofereceu aumentos de 3% em 2018 e de 2% em 2019, o que a Comissão de Trabalhadores não achou satisfatório.

O ECO sabe que as negociações continuaram ao longo desta semana e que ainda não chegaram à sua conclusão, pelo que a Comissão de Trabalhadores, no plenário desta quinta-feira, deverá informar os trabalhadores do ponto de situação e receber as suas perspetivas sobre o tema.

A greve que estava marcada para os dias 2 e 3 de fevereiro, convocada pelos sindicatos ligados aos trabalhadores da Autoeuropa devido à imposição dos novos horários, já não vai mesmo para a frente devido a estas negociações. Os sindicatos não apresentaram pré-aviso, temendo que as negociações pudessem ser perturbadas por uma greve dos trabalhadores.

Trabalhadores e empresa continuam também a discutir os novos horários, que começaram a ser aplicados esta semana. Em causa está uma semana de 17 turnos, que inclui turnos noturnos e dois turnos no sábado. Este modelo deverá continuar até à interrupção anual da empresa em agosto. Depois da interrupção, a administração tenciona aplicar um modelo de laboração contínua que inclua os domingos, mas esse aspeto está ainda a ser negociado com a Comissão de Trabalhadores.

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