A manhã num minuto

  • Rita Frade
  • 20 Fevereiro 2018

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

A Galp aumentou lucros e dividendos em 2017, mas o mercado está pouco convencido com os números apresentados pela petrolífera. Ações descem 3% em Lisboa. O que se passa? O grupo CEFC China Energy pretende acelerar compra da petrolífera Partex à Fundação Calouste Gulbenkian e deixou para segundo plano a entrada no negócio segurador da Associação Mutualista Montepio.

A Galp Energia conseguiu aumentar os lucros em 2017 para os 602 milhões de euros e com isso vai melhorar o dividendo a distribuir aos acionistas. São boas notícias? Aparentemente, sim. Mas o mercado não está tão convencido com os números apresentados esta terça-feira pela petrolífera. E as ações derrapam 3% em Lisboa. O que se passa?

Os chineses da CEFC China Energy deixaram em “stand-by” o negócio segurador do Montepio para dar total prioridade à compra da Partex, a petrolífera colocada recentemente à venda pela Fundação Calouste Gulbenkian, sabe o ECO.

Com o mês de janeiro a caracterizar-se como quente e seco, a campanha de cereais irá ser a pior dos últimos cem anos, atingindo um mínimo histórico de 121 mil hectares. A previsão é do Instituto Nacional de Estatística (INE) que lançou esta terça-feira as estimativas relativamente à campanha agrícola de 2018.

Serão perto de 2.000 as empresas que esta terça-feira, em Gondomar, vão receber o galardão PME Excelência 2017. A distinção é atribuída pelo IAPMEI às empresas que se destacaram pelo desempenho socioeconómico. A maioria são de pequena e média dimensão, sedeadas no norte e centro do país, e concentram-se sobretudo nos setores da indústria (31,5%), comércio (25,8%) e turismo (20,1%).

As criptomoedas continuam nas bocas do mundo e, cada vez mais, pelos piores motivos. Somado a tantas outras reações negativas a esta forma de investimento, vem agora este hedge fund, de milhões de euros, descrever as moedas virtuais “como um dos golpes mais brilhantes da história”, e até tem uma forma bastante peculiar de se referir a elas.

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Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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