Hoje nas notícias: Angola, IUC, palácio e Joana Amaral Dias

  • ECO
  • 12 Novembro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Avelino Farinha, arguido num dos processos da Madeira, é um dos contemplados com financiamento para obras em Angola. Entre 15 a 20 mil detentores de veículos vão desembolsar por duas vezes o Imposto Único de Circulação (IUC) em três meses ou menos. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.

Suspeito de corrupção na lista de apoios para investir em Angola

Avelino Farinha, dono do grupo AFA, está a ser investigado num dos processos sobre corrupção na ilha da Madeira. Este mês, vai viajar para Angola, a propósito dos 50 anos da independência do país, e o seu grupo empresarial será um dos contemplados com contratos de financiamento para obras naquele território, no âmbito do reforço da linha de crédito para as empresas portuguesas ali investirem, anunciado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, em julho. Note-se que no processo-crime que corre no Departamento Central de Investigação e Ação Penal, o Ministério Público imputa a Avelino Farinha quatro crimes de corrupção ativa, um de branqueamento e outro de fraude fiscal.

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Vinte mil condutores vão pagar duas vezes IUC até fevereiro

As novas regras do Governo, que preveem que o Imposto Único de Circulação (IUC) seja cobrado apenas em fevereiro, vão fazer com que “entre 15 a 20 mil” detentores de veículos com matrículas registadas em dezembro tenham de pagar o imposto por duas vezes em três meses ou menos — a primeira vez até ao último dia deste ano e a segunda logo depois, no início de 2026. “Esse valor abrange quer automóveis que se encontram em circulação, quer os que ainda estão em stand à espera de comprador, que também estão sujeitos ao imposto”, explica Nuno Silva, presidente da Associação Portuguesa do Comércio Automóvel. Note-se que os planos do Governo, que ainda têm de receber ‘luz verde’ do Parlamento, preveem que o IUC até 100 euros seja liquidado de uma só vez, em fevereiro, enquanto o imposto acima desse montante pode ser dividido em duas prestações, a serem pagas até outubro.

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Palácio entregue pelo Governo à CIP avaliado em mais de 20 milhões

Cinco mil euros por metro quadrado é o valor apontado por várias fontes do setor imobiliário sobre o valor do Palácio do Manteigueiro, que o Governo decidiu entregar à Confederação Empresarial de Portugal (CIP). A avaliação da antiga sede do Ministério da Economia, na Rua da Horta Seca, junto à Praça Luís de Camões, nunca foi revelada pelo Executivo. No entanto, fontes do setor imobiliário convergem numa estimativa de 5 mil euros por metro quadrado – um número calculado necessariamente “por alto”, dada a falta de informação detalhada sobre o processo. O edifício do século XVIII tem uma área bruta de 4.448 metros quadrados, o que alavanca o valor para a casa dos 22 milhões de euros.

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Partido ADN paga avença mensal a Joana Amaral Dias

O partido Alternativa Democrática Nacional (ADN), que conseguiu 81.594 votos nas legislativas deste ano, ficando em nono lugar e perto de eleger um deputado, recebe, por isso, uma subvenção da Assembleia da República. O partido liderado por Bruno Fialho paga uma avença mensal de 4 mil euros a Joana Amaral Dias, através da empresa do marido da psicóloga. Bruno Fialho desmente a compensação mensal, mas admite pagamento à firma.

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Estado perde 100 milhões por ano em impostos com jogo ilegal

Uma estimativa “conservadora” da Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) aponta para que o Estado esteja a perder, todos os anos, 100 milhões de euros em impostos com a proliferação do jogo online ilegal em Portugal. Este valor representa cerca de um terço do total arrecadado em impostos sobre o jogo online no país ao longo de 2024, segundo os dados disponibilizados pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ). Na sequência de um estudo apresentado na semana passada que conclui que cerca de 40% dos portugueses continuam a apostar em plataformas online ilegais, um número que se mantém desde 2022, a APAJO apela para que se acabe “permanentemente com a disponibilização por operadores ilegais de métodos de pagamento associados a bancos portugueses, como o Multibanco, o MBWay e o Pay by Bank (transferência direta de conta bancária, nomeadamente com recurso a Open Banking)”.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)

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